Estamos perto do fim desse ano que foi bom para o nosso país, para a China, a Índia e não tão bom para outros.
A Europa está sofrendo com sua moeda única, o Euro, e alguns países estão muito aquém do que deveriam e vão precisar de ajuda.
Essas ajudas que foram muito comuns pelo lado de cá, tais como empréstimos do FMI e temo que serão amargos pro lado de lá e temos muita experiência com os mesmos nos tempos difíceis que passamos.
Outra novidade é a crise norte-americana que está difícil combater, cujo desemprego está grande e cuja crise reflete no mundo inteiro, pois eles representam 25% do PIB mundial.
No Brasil nesse momento estamos vendo algumas novidades, tais como o aumento dos vereadores fora do comum e os ministros da Dilma que estão sendo defenestrados.
A equipe econômica já está escolhida e vamos ter mais do mesmo. Mas seria muito importante que todos entendessem que o motor de crescimento da economia é a parte privada da mesma e não a parte pública, que tanto chama atenção de todos.
O Brasil tem mais de cinco milhões de empresas constituídas formalmente e as informais SDS (Só Deus Sabe) e muito do marketing foi feito nessa eleição, mas pouco se falou da inciativa privada e as reformas necessárias.
Se quisermos evoluir e tenho certeza que muitos brasileiros o desejam, devemos fazer as famosas reformas.
A reforma tributária é essencial para o processo de formalização de mais organizações e para o nascimento de novos empreendedores com suas empresas que gerariam mais empregos.
Precisamos diminuir o número de impostos, contribuições e taxas que recaem de forma draconiana sobre todos e principalmente sob os mais fracos.
A reforma política, pois essa troca a troca e essa corrupção que acontece é uma coisa que os brasileiros não desejam para o seu país e para as futuras gerações.
A reforma dos portos, infraestrutura, estradas, energia e que tais que tanto atrapalham o progresso e o desenvolvimento de nosso país e de nossa gente.
A reforma das relações humanas e dos sindicatos, pois a CLT é de 1945 e da época de Getúlio Vargas, precisamos avançar nisso.
E fazer com que as contribuições aos mesmos não seja obrigatória e sim por vontade própria.
E a reforma das reformas, colocar gente competente, com visão gerencial e que queira ajudar na transformação dessa economia e desse país.
Espero que o que esteja acontecendo no Rio de Janeiro seja o prenúncio dessas reformas que tanto necessitamos.
O Brasil é maior do que nós, temos que preservar as conquistas e avançar para que o mesmo possa ser melhor para nossos filhos, netos e quem mais vier...
Pois o melhor remédio para a melhoria de uma empresa, país ou sua área educacional é que tenhamos bons e competentes administradores.
Esses profissionais farão a grande diferença para as mudanças que tanto precisamos e para que isso aconteça precisaremos assumir mais postos na seara política.....
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
XV Simpósio de Administração da Produção,
Logística e Operações Internacionais
SIMPOI 2012
"GERENCIANDO OPERAÇÕES INTERNACIONAIS"
O SIMPOI é um evento reconhecido como um fórum de debate e articulação entre professores, pesquisadores, discentes, empresários e profissionais da área de Administração da Produção e Operações no Brasil. Dentre os principais objetivos do evento estão: a troca e compartilhamento de informações acadêmicas, a demonstração e divulgação de pesquisas e descobertas recentes da área de produção e operações e o fortalecimento do relacionamento entre acadêmicos e profissionais da área de produção e operações.
Com esses objetivos em mente, a cada ano a comissão do SIMPOI escolhe temas que refletem o desenvolvimento teórico e tendências de pesquisa na área de Operações no Brasil e no mundo. Além das questões teóricas, a escolha dos temas procura contemplar também a importância da aplicação da teoria desenvolvida na prática das organizações.
A integração de mercados globais e a dispersão da produção no mundo inteiro, tem levado empresas e suas cadeias de suprimentos a adaptarem-se para enfrentar mudanças algumas vezes radicais. Neste ambiente, o processo de internacionalização tem sido um desafio para empresas brasileiras. Defasagem tecnológica, menores escalas de produção e desconhecimento sobre mercados internacionais são fatores que ainda dificultam as ações de internacionalização de empresas brasileiras.
Ao mesmo tempo, o número de empresas internacionalizadas no Brasil tem aumentado consideravelmente nos últimos anos. Estes esforços têm ocorrido em diferentes setores como metal-mecânico, siderúrgico e alimentos, entre outros. Algumas destas empresas já se posicionam como importantes competidores globais. Especificamente para o caso brasileiro, com o crescente número de empresas que têm expandido nos últimos anos suas operações internacionais, um novo conhecimento tem sido criado a partir das operações internacionais e este impacta o desempenho em operações e de negócios.
O SIMPOI 2012, com o tema Gerenciando Operações Internacionais, pretende ser um espaço para que pesquisadores e profissionais da área abordem as questões sobre internacionalização, sobretudo a análise de como as empresas brasileiras estão procurando se inserir em mercados globais, a emergência de grandes competidores internacionais de países de industrialização recente, como o Brasil, e quais tipos de operações internacionais que têm sido expandidas.
patrocínio / apoio
.: Copyright © 2011 - SIMPOI - Todos os direitos reservados. Desenvolvido por WIVIX Technologies :.
Logística e Operações Internacionais
SIMPOI 2012
"GERENCIANDO OPERAÇÕES INTERNACIONAIS"
O SIMPOI é um evento reconhecido como um fórum de debate e articulação entre professores, pesquisadores, discentes, empresários e profissionais da área de Administração da Produção e Operações no Brasil. Dentre os principais objetivos do evento estão: a troca e compartilhamento de informações acadêmicas, a demonstração e divulgação de pesquisas e descobertas recentes da área de produção e operações e o fortalecimento do relacionamento entre acadêmicos e profissionais da área de produção e operações.
Com esses objetivos em mente, a cada ano a comissão do SIMPOI escolhe temas que refletem o desenvolvimento teórico e tendências de pesquisa na área de Operações no Brasil e no mundo. Além das questões teóricas, a escolha dos temas procura contemplar também a importância da aplicação da teoria desenvolvida na prática das organizações.
A integração de mercados globais e a dispersão da produção no mundo inteiro, tem levado empresas e suas cadeias de suprimentos a adaptarem-se para enfrentar mudanças algumas vezes radicais. Neste ambiente, o processo de internacionalização tem sido um desafio para empresas brasileiras. Defasagem tecnológica, menores escalas de produção e desconhecimento sobre mercados internacionais são fatores que ainda dificultam as ações de internacionalização de empresas brasileiras.
Ao mesmo tempo, o número de empresas internacionalizadas no Brasil tem aumentado consideravelmente nos últimos anos. Estes esforços têm ocorrido em diferentes setores como metal-mecânico, siderúrgico e alimentos, entre outros. Algumas destas empresas já se posicionam como importantes competidores globais. Especificamente para o caso brasileiro, com o crescente número de empresas que têm expandido nos últimos anos suas operações internacionais, um novo conhecimento tem sido criado a partir das operações internacionais e este impacta o desempenho em operações e de negócios.
O SIMPOI 2012, com o tema Gerenciando Operações Internacionais, pretende ser um espaço para que pesquisadores e profissionais da área abordem as questões sobre internacionalização, sobretudo a análise de como as empresas brasileiras estão procurando se inserir em mercados globais, a emergência de grandes competidores internacionais de países de industrialização recente, como o Brasil, e quais tipos de operações internacionais que têm sido expandidas.
patrocínio / apoio
.: Copyright © 2011 - SIMPOI - Todos os direitos reservados. Desenvolvido por WIVIX Technologies :.
Curso de Emotologia - Basic
Curso de Emotologia - Basic
A Emotologia no Rol das Neurociências
Conheça nesta página o Curso de Emotologia, um exclusivo programa sobre como mobilizar o potencial humano como elemento de autorrealização, fruto de mais de 40 anos de estudos e pesquisas científicas.
Um programa para que sua Equipe ou Grupo possa aprender, cientificamente, como mobilizar suas potencialidades e as potencialidades das outras pessoas, este curso oferece um caminho seguro para o processo de autoconhecimento e autorrealização.
Depoimento
"Após ler dezenas e dezenas de livros, participar de vários cursos, seminários e certificações, sempre me vinham algumas perguntas na cabeça: O que faz com que a motivação seja duradoura? Como desenvolver novas habilidades e mantê-las? De onde vem o 'impulso' do comportamento? Encontrei estas e outras respostas no Curso de Emotologia da Cidade do Cérebro."
- Daniel Scharf, Consultor e Palestrante em Gestão de Talentos
Objetivo Central do Curso
Oferecer um corpo de conhecimentos científicos, acumulados, organizados e sistematizados, ao longo de mais de 40 anos, pelo Prof. Dr. Luiz Machado, com a finalidade de ampliar os níveis de consciência dos participantes sobre: o que são capazes de realizar; e como mobilizar reservas cerebrais normalmente não usadas.
"Este curso é dedicado a todos aqueles que estão seguros de que possuímos reservas cerebrais normalmente não usadas, e que sabem ser nossa maior missão neste Planeta tornar reais nossas potencialidades."
-Luiz Machado, Ph.D.
Além de explorar de maneira intensa e profunda a estrutura e dinâmica do comportamento humano, o Curso de Emotologia oferece um conjunto de vivências, técnicas, procedimentos, atividades e exercícios desenvolvidos pelo Prof. Luiz Machado, ao longo de seus 56 anos de magistério e dos 26 anos em que chefiou o PEDIC (Programa Especial de Desenvolvimento da Inteligência e Criatividade), na UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro).
Todo esse conteúdo é apresentado numa metodologia própria, chamada Emotopedia (aplicação dos conceitos de Emotologia ao processo ensino/aprendizagem). Assim, o grupo aprende, experimenta e compreende por que e como os resultados acontecem.
Depoimento
"É um curso de ótima qualidade, com um conteúdo e embasamento científico muito ricos. Dinâmicas e práticas desenvolvidas de forma bastante específica e condizentes com as situações vividas por todos nós aprendizes e profissionais das mais diversas áreas: da saúde, educação e terapeutas. Enfim, são informações e conhecimentos que podem agregar àtudo aquilo que sabemos e experienciamos em nossas vidas."
- Evelin Martins, Psicóloga e Professora
Benefícios
Com base nas informações que são apresentadas neste curso, descobre-se:
•Por que só algumas pessoas conseguem o que querem;
•Por que algumas conseguem exatamente o contrário do que querem;
•Por que querer não é poder;
•Por que o pensamento positivo pode falhar;
•Por que algumas pessoas são viciadas no fracasso, na dor e na doença;
E, ao compreender os “por quês” acima, os participantes receberão conhecimentos e ferramentas para:
Mobilizar reservas cerebrais normalmente não usadas para a consecução de seus objetivos de melhor qualidade de vida, de realização pessoal, de prestígio, de saúde, de bens materiais, de contribuição para a construção de um ambiente e de mundo melhor;
Tornar real o seus potenciais para ter a vida que sempre desejaram e ajudar filhos, parentes, amigos, alunos e colegas de trabalho a expressarem o melhor que há neles;
Acionar e potencializar em seu organismo o sistema que regula todas as funções de seu corpo e gera emoções/energia vital;
Evitar o Efeito Nocebo, frustrações derivadas das mentiras como: pense positivo, mude seu comportamento em 3 passos, obtenha sucesso instantâneo, adquira a paz e a felicidade permanente;
Aplicar a Emotologia em sala de aula, nas empresas, nos consultórios e na vida, oferecendo, por meio de conhecimento científico, recursos que conduzem a resultados concretos;
Depoimento
"O Curso de Emotologia me ensinou a usar esse potencial conscientemente e isso é realmente fantástico. É indescritível a satisfação de conduzir a própria vida no rumo e da maneira que queremos de forma consciente.
Produzi muito mais no último ano do que nos dez anos anteriores.
É pena que ainda são tão poucas as pessoas que conhecem essa filosofia de vida."
- Nair Onofre, Diretora da Nairon, Pedagoga, Psicodramatista e autora dos livros "Efetividade em Treinamento" e "Efetividade em Comunicação"
Dos mais de 40 anos de estudos e pesquisas do Prof. Dr. Luiz Machado, destaca-se o fato de ele ter identificado o processo que gera mudanças de comportamento.
Público-alvo
•Pessoas que estão em busca de respostas e recursos, comprovados cientificamente, sobre como desenvolver suas potencialidades;
•Professores e Profissionais de Educação que podem contribuir com o desenvolvimento das potencialidades de seus alunos;
•Treinadores Comportamentais que necessitam de recursos efetivos e diferenciais mercadológicos para seus programas de treinamento;
•Profissionais Liberais, tais como: Psicólogos, Psicopedagogos, Advogados, Consultores, Coaches, etc. que buscam desempenho superior em suas atividades e onde o conhecimento profundo sobre o comportamento humano é condição básica de trabalho;
•Pessoas que anseiam por autoconhecimento profundo e desenvolvimento pessoal;
•Pessoas que ardentemente desejam a autorrealização.
Depoimento
"Já participei de centenas de cursos, achei que seria mais um como tantos; mas com certeza foi um dos melhores e mais úteis que já realizei."
- Dr. Abdul Nasser El Hamoud, Conferencista e Consultor
Curso de Emotologia - De 22 a 25 de Março de 2012
Carga horária: 25 horas
Horário:
Dias 22/03 (quinta-feira), 23/03 (sexta-feira) e 24/03 (sábado) - Das 09h às 18h
Dia 25/03 (domingo) - Das 09h às 13h
Horário de almoço: Das 13h30min às 15h30min
1 - O CÉREBRO E SEUS ESTUDOS
Para entender a Emotologia:
•O encéfalo;
•O cérebro: órgão ou instrumento?
•Elementos de anatomia e fisiologia do sistema nervoso central (SNC);
•Hemisférios cerebrais e suas funções
•Os sistemas das emoções;
•O hipotálamo (O cérebro do cérebro);
•O sistema límbico;
•Emotização (imaginação e quadro mental);;
•A revolução do neurônio – Educabilidade e reeducabilidade cognitiva;
•Parte prática: VIVÊNCIAS - Gráfico das Emotizações Positivas;
•Tarefas opcionais, após 18h00: leitura e discussão de artigos entre os participantes
2 - SISTEMA GLANDULAR
O império dos hormônios nas ações humanas:
•Sistema glandular: endócrino e exócrino;
•Elementos de psiconeuroendocrinologia e o sistema glandular endócrino - O império dos hormônios;
•Hormônio e comportamento;
•SISTEMA DE AUTOPRESERVAÇÂO E PRESERVAÇÃO DA ESPÉCIE (SAPE);
•Parte prática: VIVÊNCIAS;
•Tarefas opcionais, após 18h00: leitura e discussão de artigos entre os participantes.
3 - EMOTOLOGIA
Gênese das realizações humanas:
•Formação e origem da palavra, histórico, conceito e objeto de estudos;
•Pressupostos;
•Emotologia é a base da inteligência;
•Emotopedia;
•Parte prática: VIVÊNCIAS- vídeo: A Revelação do Grande Segredo;
•Tarefas opcionais, após 18h00: leitura e discussão de artigos entre os participantes.
4 - QUEM SOU EU À VISTA DA EMOTOLOGIA?
Autoconhecimento:
•Meu perfil conforme minhas emotizações (positivas e negativas) do passado;
•A superação das emotizações negativas;
•Prática: VIVÊNCIAS;
•Tarefas opcionais, após 18h00: leitura e discussão de artigos entre os participantes.
5 – LEIS E EFEITOS DA EMOTOLOGIA
A Emotologia na consecução de resultados:
5.1 - Leis:
•Da distensão;
•Da Não Resistência;
•Da Emotização Auxiliar;
•Da Emotização Dominante;
•Do Esforço Convertido;
•Da Expectativa;
•Teleológica do SAPE;
•Do exemplo;
•Do exercício.
5.2 – Efeitos:
•Hawthorne;
•Pigmaleão;
•Bola de Neve;
•Placebo;
•Sistêmico.;
•Prática: VIVÊNCIAS;
•Tarefas opcionais, após 18h00: leitura e discussão de artigos entre os participantes.
6 – PODER É SABER QUERER
A certeza dos resultados:
•Fins e objetivos;
•Como estabelecer objetivos corretamente e como transformá-los em resultados com a energia do SAPE;
•Mobilizando o sistema energético para obter resultados de ser ou ter;
•O SAPE e a consecução de resultados;
•Interação de mente, corpo e espírito;
•Parte prática: VIVÊNCIAS;
•Tarefas opcionais, após 18h00: leitura e discussão de artigos entre os participantes.
7 – (RE)CONSTRUINDO SUA VIDA
•Seu novo perfil com novas emotizações;
•Exercício de construção de NOVA VIDA.
8 – REVISÃO GERAL DO SEMINÁRIO
•Revisão de todo o curso, com a participação de todos;
•Últimas palavras;
•Entrega de certificados.
Participantes da última edição do Curso de Emotologia:
Curso de Emotologia - Basic - 25, 26 e 27 de Março de 2011
Quem irá ministrar o curso de Emotologia:
Professor Luiz Machado, Ph.D.
Cientista Fundador da Cidade do Cérebro® e Mentor da Emotologia;
40 anos dedicados a estudos sobre como mobilizar as Potencialidades Humanas;
Coordenou por 26 anos o Programa Especial de Desenvolvimento da Inteligência e da Criatividade (PEDIC) na UERJ;
Diplomou-se em Didática pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, da UERJ, nas disciplinas: Biologia Educacional, Psicologia Educacional, Didática Geral, Didática Especial e Administração Escolar;
Autor de vários livros no campo das Potencialidades Humanas;
Conferencista com palestras nos Estados Unidos, Inglaterra, Suécia, Holanda, África do Sul, Venezuela e Alemanha;
Doutor em Letras, e na Alemanha, conquistou o Diploma de Professor de Alemão;
Bacharel em Direito e Administrador de Empresas, sendo autor de um bestseller : "Se Funciona é Obsoleto — Criatividade na Administração"
Professora Mônica Panasco, Ph.D.
Ph.D. - Doutora em Ciências pela Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)
Biomédica pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO e Doutora em Ciências pela Fundação Oswaldo Cruz - FIOCRUZ;
Possui formação completa em Emotologia, Emotopedia e Coaching com Emotologia;
Ministra cursos e palestras, com enfoque em Aprendizagem Acelerativa – ensino compatível com o cérebro e desenvolvimento de potencialidades humanas como elemento de autorrealização;
Consultora na área de Emotologia e Emotopedia, para o desenvolvimento de competências e mobilização de potencialidades humanas com base nos conhecimentos mais recentes sobre a mente e o cérebro;
Coordenadora pedagógica da Cidade do Cérebro.
Depoimento
"Desde os primeiros momentos, o curso é uma demonstração de pesquisa séria, de profundos conhecimentos, disciplina e determinação na busca de saber como funciona o cérebro e como isso pode ajudar na nossa vida."
- Luiz Antonio de Carvalho, Advogado e Empresário
Como participar?
Saiba como participar do único programa de Desenvolvimento Humano do Brasil ministrado por um cientista que há mais de 40 anos se dedica aos estudos de como podemos mobilizar o nosso potencial como elemento de autorrealização.
Para PARTICIPAR obtenha mais informações
Atendimento Cidade do Cérebro:
Profª Mônica Panasco - 21 9649-7571
ou
atendimento@cidadedocerebro.com.br
ou
Preencha o formulário abaixo.
Em breve, nossos consultores entrarão em contato com você.
Fale conosco
Assunto Curso de emotologia
Nome
Email
Telefone
Celular
Melhor Horário p/ Contato 7:00 7:30 8:00 8:30 9:00 9:30 10:00 10:30 11:00 11:30 12:00 12:30 13:00 13:30 14:00 14:30 15:00 15:30 16:00 16:30 17:00 17:30 18:00 18:30 19:00 19:30 20:00 20:30 21:00 21:30 22:00 22:30 23:00 23:30 00:00
Cidade UF
Empresa
Profissão / Cargo
Que necessidades você deseja suprir com o Curso de Emotologia?
Como nos conheceu Site de busca Indicação de amigo Panfleto/folder Newsletter Outro
Especifique
A Emotologia no Rol das Neurociências
Conheça nesta página o Curso de Emotologia, um exclusivo programa sobre como mobilizar o potencial humano como elemento de autorrealização, fruto de mais de 40 anos de estudos e pesquisas científicas.
Um programa para que sua Equipe ou Grupo possa aprender, cientificamente, como mobilizar suas potencialidades e as potencialidades das outras pessoas, este curso oferece um caminho seguro para o processo de autoconhecimento e autorrealização.
Depoimento
"Após ler dezenas e dezenas de livros, participar de vários cursos, seminários e certificações, sempre me vinham algumas perguntas na cabeça: O que faz com que a motivação seja duradoura? Como desenvolver novas habilidades e mantê-las? De onde vem o 'impulso' do comportamento? Encontrei estas e outras respostas no Curso de Emotologia da Cidade do Cérebro."
- Daniel Scharf, Consultor e Palestrante em Gestão de Talentos
Objetivo Central do Curso
Oferecer um corpo de conhecimentos científicos, acumulados, organizados e sistematizados, ao longo de mais de 40 anos, pelo Prof. Dr. Luiz Machado, com a finalidade de ampliar os níveis de consciência dos participantes sobre: o que são capazes de realizar; e como mobilizar reservas cerebrais normalmente não usadas.
"Este curso é dedicado a todos aqueles que estão seguros de que possuímos reservas cerebrais normalmente não usadas, e que sabem ser nossa maior missão neste Planeta tornar reais nossas potencialidades."
-Luiz Machado, Ph.D.
Além de explorar de maneira intensa e profunda a estrutura e dinâmica do comportamento humano, o Curso de Emotologia oferece um conjunto de vivências, técnicas, procedimentos, atividades e exercícios desenvolvidos pelo Prof. Luiz Machado, ao longo de seus 56 anos de magistério e dos 26 anos em que chefiou o PEDIC (Programa Especial de Desenvolvimento da Inteligência e Criatividade), na UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro).
Todo esse conteúdo é apresentado numa metodologia própria, chamada Emotopedia (aplicação dos conceitos de Emotologia ao processo ensino/aprendizagem). Assim, o grupo aprende, experimenta e compreende por que e como os resultados acontecem.
Depoimento
"É um curso de ótima qualidade, com um conteúdo e embasamento científico muito ricos. Dinâmicas e práticas desenvolvidas de forma bastante específica e condizentes com as situações vividas por todos nós aprendizes e profissionais das mais diversas áreas: da saúde, educação e terapeutas. Enfim, são informações e conhecimentos que podem agregar àtudo aquilo que sabemos e experienciamos em nossas vidas."
- Evelin Martins, Psicóloga e Professora
Benefícios
Com base nas informações que são apresentadas neste curso, descobre-se:
•Por que só algumas pessoas conseguem o que querem;
•Por que algumas conseguem exatamente o contrário do que querem;
•Por que querer não é poder;
•Por que o pensamento positivo pode falhar;
•Por que algumas pessoas são viciadas no fracasso, na dor e na doença;
E, ao compreender os “por quês” acima, os participantes receberão conhecimentos e ferramentas para:
Mobilizar reservas cerebrais normalmente não usadas para a consecução de seus objetivos de melhor qualidade de vida, de realização pessoal, de prestígio, de saúde, de bens materiais, de contribuição para a construção de um ambiente e de mundo melhor;
Tornar real o seus potenciais para ter a vida que sempre desejaram e ajudar filhos, parentes, amigos, alunos e colegas de trabalho a expressarem o melhor que há neles;
Acionar e potencializar em seu organismo o sistema que regula todas as funções de seu corpo e gera emoções/energia vital;
Evitar o Efeito Nocebo, frustrações derivadas das mentiras como: pense positivo, mude seu comportamento em 3 passos, obtenha sucesso instantâneo, adquira a paz e a felicidade permanente;
Aplicar a Emotologia em sala de aula, nas empresas, nos consultórios e na vida, oferecendo, por meio de conhecimento científico, recursos que conduzem a resultados concretos;
Depoimento
"O Curso de Emotologia me ensinou a usar esse potencial conscientemente e isso é realmente fantástico. É indescritível a satisfação de conduzir a própria vida no rumo e da maneira que queremos de forma consciente.
Produzi muito mais no último ano do que nos dez anos anteriores.
É pena que ainda são tão poucas as pessoas que conhecem essa filosofia de vida."
- Nair Onofre, Diretora da Nairon, Pedagoga, Psicodramatista e autora dos livros "Efetividade em Treinamento" e "Efetividade em Comunicação"
Dos mais de 40 anos de estudos e pesquisas do Prof. Dr. Luiz Machado, destaca-se o fato de ele ter identificado o processo que gera mudanças de comportamento.
Público-alvo
•Pessoas que estão em busca de respostas e recursos, comprovados cientificamente, sobre como desenvolver suas potencialidades;
•Professores e Profissionais de Educação que podem contribuir com o desenvolvimento das potencialidades de seus alunos;
•Treinadores Comportamentais que necessitam de recursos efetivos e diferenciais mercadológicos para seus programas de treinamento;
•Profissionais Liberais, tais como: Psicólogos, Psicopedagogos, Advogados, Consultores, Coaches, etc. que buscam desempenho superior em suas atividades e onde o conhecimento profundo sobre o comportamento humano é condição básica de trabalho;
•Pessoas que anseiam por autoconhecimento profundo e desenvolvimento pessoal;
•Pessoas que ardentemente desejam a autorrealização.
Depoimento
"Já participei de centenas de cursos, achei que seria mais um como tantos; mas com certeza foi um dos melhores e mais úteis que já realizei."
- Dr. Abdul Nasser El Hamoud, Conferencista e Consultor
Curso de Emotologia - De 22 a 25 de Março de 2012
Carga horária: 25 horas
Horário:
Dias 22/03 (quinta-feira), 23/03 (sexta-feira) e 24/03 (sábado) - Das 09h às 18h
Dia 25/03 (domingo) - Das 09h às 13h
Horário de almoço: Das 13h30min às 15h30min
1 - O CÉREBRO E SEUS ESTUDOS
Para entender a Emotologia:
•O encéfalo;
•O cérebro: órgão ou instrumento?
•Elementos de anatomia e fisiologia do sistema nervoso central (SNC);
•Hemisférios cerebrais e suas funções
•Os sistemas das emoções;
•O hipotálamo (O cérebro do cérebro);
•O sistema límbico;
•Emotização (imaginação e quadro mental);;
•A revolução do neurônio – Educabilidade e reeducabilidade cognitiva;
•Parte prática: VIVÊNCIAS - Gráfico das Emotizações Positivas;
•Tarefas opcionais, após 18h00: leitura e discussão de artigos entre os participantes
2 - SISTEMA GLANDULAR
O império dos hormônios nas ações humanas:
•Sistema glandular: endócrino e exócrino;
•Elementos de psiconeuroendocrinologia e o sistema glandular endócrino - O império dos hormônios;
•Hormônio e comportamento;
•SISTEMA DE AUTOPRESERVAÇÂO E PRESERVAÇÃO DA ESPÉCIE (SAPE);
•Parte prática: VIVÊNCIAS;
•Tarefas opcionais, após 18h00: leitura e discussão de artigos entre os participantes.
3 - EMOTOLOGIA
Gênese das realizações humanas:
•Formação e origem da palavra, histórico, conceito e objeto de estudos;
•Pressupostos;
•Emotologia é a base da inteligência;
•Emotopedia;
•Parte prática: VIVÊNCIAS- vídeo: A Revelação do Grande Segredo;
•Tarefas opcionais, após 18h00: leitura e discussão de artigos entre os participantes.
4 - QUEM SOU EU À VISTA DA EMOTOLOGIA?
Autoconhecimento:
•Meu perfil conforme minhas emotizações (positivas e negativas) do passado;
•A superação das emotizações negativas;
•Prática: VIVÊNCIAS;
•Tarefas opcionais, após 18h00: leitura e discussão de artigos entre os participantes.
5 – LEIS E EFEITOS DA EMOTOLOGIA
A Emotologia na consecução de resultados:
5.1 - Leis:
•Da distensão;
•Da Não Resistência;
•Da Emotização Auxiliar;
•Da Emotização Dominante;
•Do Esforço Convertido;
•Da Expectativa;
•Teleológica do SAPE;
•Do exemplo;
•Do exercício.
5.2 – Efeitos:
•Hawthorne;
•Pigmaleão;
•Bola de Neve;
•Placebo;
•Sistêmico.;
•Prática: VIVÊNCIAS;
•Tarefas opcionais, após 18h00: leitura e discussão de artigos entre os participantes.
6 – PODER É SABER QUERER
A certeza dos resultados:
•Fins e objetivos;
•Como estabelecer objetivos corretamente e como transformá-los em resultados com a energia do SAPE;
•Mobilizando o sistema energético para obter resultados de ser ou ter;
•O SAPE e a consecução de resultados;
•Interação de mente, corpo e espírito;
•Parte prática: VIVÊNCIAS;
•Tarefas opcionais, após 18h00: leitura e discussão de artigos entre os participantes.
7 – (RE)CONSTRUINDO SUA VIDA
•Seu novo perfil com novas emotizações;
•Exercício de construção de NOVA VIDA.
8 – REVISÃO GERAL DO SEMINÁRIO
•Revisão de todo o curso, com a participação de todos;
•Últimas palavras;
•Entrega de certificados.
Participantes da última edição do Curso de Emotologia:
Curso de Emotologia - Basic - 25, 26 e 27 de Março de 2011
Quem irá ministrar o curso de Emotologia:
Professor Luiz Machado, Ph.D.
Cientista Fundador da Cidade do Cérebro® e Mentor da Emotologia;
40 anos dedicados a estudos sobre como mobilizar as Potencialidades Humanas;
Coordenou por 26 anos o Programa Especial de Desenvolvimento da Inteligência e da Criatividade (PEDIC) na UERJ;
Diplomou-se em Didática pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, da UERJ, nas disciplinas: Biologia Educacional, Psicologia Educacional, Didática Geral, Didática Especial e Administração Escolar;
Autor de vários livros no campo das Potencialidades Humanas;
Conferencista com palestras nos Estados Unidos, Inglaterra, Suécia, Holanda, África do Sul, Venezuela e Alemanha;
Doutor em Letras, e na Alemanha, conquistou o Diploma de Professor de Alemão;
Bacharel em Direito e Administrador de Empresas, sendo autor de um bestseller : "Se Funciona é Obsoleto — Criatividade na Administração"
Professora Mônica Panasco, Ph.D.
Ph.D. - Doutora em Ciências pela Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)
Biomédica pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO e Doutora em Ciências pela Fundação Oswaldo Cruz - FIOCRUZ;
Possui formação completa em Emotologia, Emotopedia e Coaching com Emotologia;
Ministra cursos e palestras, com enfoque em Aprendizagem Acelerativa – ensino compatível com o cérebro e desenvolvimento de potencialidades humanas como elemento de autorrealização;
Consultora na área de Emotologia e Emotopedia, para o desenvolvimento de competências e mobilização de potencialidades humanas com base nos conhecimentos mais recentes sobre a mente e o cérebro;
Coordenadora pedagógica da Cidade do Cérebro.
Depoimento
"Desde os primeiros momentos, o curso é uma demonstração de pesquisa séria, de profundos conhecimentos, disciplina e determinação na busca de saber como funciona o cérebro e como isso pode ajudar na nossa vida."
- Luiz Antonio de Carvalho, Advogado e Empresário
Como participar?
Saiba como participar do único programa de Desenvolvimento Humano do Brasil ministrado por um cientista que há mais de 40 anos se dedica aos estudos de como podemos mobilizar o nosso potencial como elemento de autorrealização.
Para PARTICIPAR obtenha mais informações
Atendimento Cidade do Cérebro:
Profª Mônica Panasco - 21 9649-7571
ou
atendimento@cidadedocerebro.com.br
ou
Preencha o formulário abaixo.
Em breve, nossos consultores entrarão em contato com você.
Fale conosco
Assunto Curso de emotologia
Nome
Telefone
Celular
Melhor Horário p/ Contato 7:00 7:30 8:00 8:30 9:00 9:30 10:00 10:30 11:00 11:30 12:00 12:30 13:00 13:30 14:00 14:30 15:00 15:30 16:00 16:30 17:00 17:30 18:00 18:30 19:00 19:30 20:00 20:30 21:00 21:30 22:00 22:30 23:00 23:30 00:00
Cidade UF
Empresa
Profissão / Cargo
Que necessidades você deseja suprir com o Curso de Emotologia?
Como nos conheceu Site de busca Indicação de amigo Panfleto/folder Newsletter Outro
Especifique
DE PROFISSIONAL DA ÁREA DA SAÚDE A PHD EM ADMINISTRAÇÃO
Vagas
Empregos
Estágios
Informe-se
Editorias
Administração e Negócios
Carreira e RH
Cotidiano
Economia e Finanças
Marketing
Notícias Acadêmicas
Oportunidades
Tecnologia
Entretenimento
Infográficos
Ver todas
+ Informe-se
Entrevistas
Artigos
Produção acadêmica
Eventos
O Portal
Apresentação
Anuncie
Contato
RSS Anuncie Contato InícioInforme-seArtigos
08 de setembro de 2009, às 08h32min
DE PROFISSIONAL DA ÁREA DA SAÚDE A PHD EM ADMINISTRAÇÃO
A + A - Tamanho do texto:Por MARIA JOSÉ CARVAS PEDRO
inShare. CloseCompartilhar Denunciar Spam
ImprimirDe profissional de saúde a PhD em Administração
(entrevista concedida pela dra. Maria José à uma revista da área da saúde )
Maria José Carvas Pedro tem uma trajetória inspiradora para muitos profissionais de saúde. A ortodontista e Especialista em Dor Oro Facial e Disfunção ATM's (Articulação Temporo-Mandibular), transformou sua dificuldade na gestão de seu próprio negócio em uma referência importante no que se refere à Gestão de Saúde e de Pessoas.
Com um currículo repleto de cursos dos mais diversos campos, ela percebeu que apesar de sua realização profissional, faltava o retorno financeiro, resultado da sua deficiência em gestão.
“Comecei com um MBA, que acabaram sendo três, e depois mestrado e doutorado. A transformação foi tão grande, que precisei mudar o consultório para um local maior. Isso sem falar no aumento da lucratividade e na diminuição de problemas. Nada melhor que trabalhar com uma equipe alegre, motivada e envolvida, desenvolvendo competências e atingindo metas. Um ambiente feliz transborda qualidade de vida e isso reflete positivamente entre os pacientes”, contou Maria José, em entrevista exclusiva para a coleção Medical Business (veja mais a seguir).
A partir dessa sua formação, a tese de doutorado transformou-se no livro “Gestão de Pessoas na Área da Saúde – Perfil do Profissional”, trabalho assinado por sua sócia Maria de Fátima Abud Oliveira, PhD em Administração e pós-graduada em Marketing e Gestão de Pessoas. A Maria José fundou a Bite Right, empresa que presta consultoria e oferece cursos dessa área.
A idéia de expandir sua atuação profissional para a de administração e gestão de pessoas partiu dos dados de uma pesquisa realizada entre profissionais de saúde, na qual apontou as deficiências deles em gerir seus negócios. O estudo está publicado na íntegra no livro. Seguem aqui, algumas das principais descobertas.
Na pesquisa realizada em 2007, foram entrevistados 212 profissionais de ambos os sexos das áreas de Odontologia, Medicina, Fonoaudiologia e Fisioterapia, que atuam no estado de São Paulo, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia.
“Os números mostram que a maioria desconhece o amplo leque de atuação em gestão, mostrando-se este um ponto muito vulnerável. Mas os entrevistados começam a perceber o quanto a ausência da gestão está impedindo o seu desenvolvimento profissional”, observa Maria José.
Confira a opinião dos profissionais de saúde que participaram da pesquisa:
Quanto você julga importante a gestão de seu negócio?
46% acham importante; 40% indispensável, 4% apenas auxilia nas tarefas, 2,25% não necessário e 0% dispensável
“Os números revelam que os profissionais entendem a importância da gestão mais na teoria do que na prática, pois não a utilizam.”
Qual a área de gestão que mais lhe interessa?
54,4% na administrativa, 44% na financeira, 37% no marketing, 31% na de pessoas, 17% na de carreira, 20,5% outros e 10% não sabem.
“Pelos dados obtidos fica evidente que gestão está associada á idéia de administração, poucos conseguem visualizar a gestão como algo mais complexo, que envolve várias facetas estratégicas.”
Empregos
Estágios
Informe-se
Editorias
Administração e Negócios
Carreira e RH
Cotidiano
Economia e Finanças
Marketing
Notícias Acadêmicas
Oportunidades
Tecnologia
Entretenimento
Infográficos
Ver todas
+ Informe-se
Entrevistas
Artigos
Produção acadêmica
Eventos
O Portal
Apresentação
Anuncie
Contato
RSS Anuncie Contato InícioInforme-seArtigos
08 de setembro de 2009, às 08h32min
DE PROFISSIONAL DA ÁREA DA SAÚDE A PHD EM ADMINISTRAÇÃO
A + A - Tamanho do texto:Por MARIA JOSÉ CARVAS PEDRO
inShare. CloseCompartilhar Denunciar Spam
ImprimirDe profissional de saúde a PhD em Administração
(entrevista concedida pela dra. Maria José à uma revista da área da saúde )
Maria José Carvas Pedro tem uma trajetória inspiradora para muitos profissionais de saúde. A ortodontista e Especialista em Dor Oro Facial e Disfunção ATM's (Articulação Temporo-Mandibular), transformou sua dificuldade na gestão de seu próprio negócio em uma referência importante no que se refere à Gestão de Saúde e de Pessoas.
Com um currículo repleto de cursos dos mais diversos campos, ela percebeu que apesar de sua realização profissional, faltava o retorno financeiro, resultado da sua deficiência em gestão.
“Comecei com um MBA, que acabaram sendo três, e depois mestrado e doutorado. A transformação foi tão grande, que precisei mudar o consultório para um local maior. Isso sem falar no aumento da lucratividade e na diminuição de problemas. Nada melhor que trabalhar com uma equipe alegre, motivada e envolvida, desenvolvendo competências e atingindo metas. Um ambiente feliz transborda qualidade de vida e isso reflete positivamente entre os pacientes”, contou Maria José, em entrevista exclusiva para a coleção Medical Business (veja mais a seguir).
A partir dessa sua formação, a tese de doutorado transformou-se no livro “Gestão de Pessoas na Área da Saúde – Perfil do Profissional”, trabalho assinado por sua sócia Maria de Fátima Abud Oliveira, PhD em Administração e pós-graduada em Marketing e Gestão de Pessoas. A Maria José fundou a Bite Right, empresa que presta consultoria e oferece cursos dessa área.
A idéia de expandir sua atuação profissional para a de administração e gestão de pessoas partiu dos dados de uma pesquisa realizada entre profissionais de saúde, na qual apontou as deficiências deles em gerir seus negócios. O estudo está publicado na íntegra no livro. Seguem aqui, algumas das principais descobertas.
Na pesquisa realizada em 2007, foram entrevistados 212 profissionais de ambos os sexos das áreas de Odontologia, Medicina, Fonoaudiologia e Fisioterapia, que atuam no estado de São Paulo, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia.
“Os números mostram que a maioria desconhece o amplo leque de atuação em gestão, mostrando-se este um ponto muito vulnerável. Mas os entrevistados começam a perceber o quanto a ausência da gestão está impedindo o seu desenvolvimento profissional”, observa Maria José.
Confira a opinião dos profissionais de saúde que participaram da pesquisa:
Quanto você julga importante a gestão de seu negócio?
46% acham importante; 40% indispensável, 4% apenas auxilia nas tarefas, 2,25% não necessário e 0% dispensável
“Os números revelam que os profissionais entendem a importância da gestão mais na teoria do que na prática, pois não a utilizam.”
Qual a área de gestão que mais lhe interessa?
54,4% na administrativa, 44% na financeira, 37% no marketing, 31% na de pessoas, 17% na de carreira, 20,5% outros e 10% não sabem.
“Pelos dados obtidos fica evidente que gestão está associada á idéia de administração, poucos conseguem visualizar a gestão como algo mais complexo, que envolve várias facetas estratégicas.”
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Publicidade
A publicidade é uma atividade profissional dedicada à difusão pública de ideias associadas a empresas, produtos ou serviços, especificamente, propaganda comercial.
Publicidade é um termo que pode englobar diversas áreas de conhecimento que envolvam esta difusão comercial de produtos, em especial atividades como o planejamento, criação, produção e veiculação de peças publicitárias. Pode-se traçar a história da publicidade desde a antiguidade. Foi, porém, após a Revolução Francesa (1789), que a publicidade iniciou a trajetória que a levaria até o seu estágio atual de importância e desenvolvimento.
Hoje, todas as atividades humanas se beneficiam como o uso da publicidade: Profissionais liberais, como médicos, engenheiros, divulgam por meio dela, os seus serviços; os artistas anunciam suas exposições, seus discos, seus livros, etc…, a própria ciência vem utilizando os recursos da publicidade, promovendo suas descobertas e seus congressos por meio de cartazes, revistas, jornais, filmes, Internet e outros.
Publicidade é um termo que pode englobar diversas áreas de conhecimento que envolvam esta difusão comercial de produtos, em especial atividades como o planejamento, criação, produção e veiculação de peças publicitárias. Pode-se traçar a história da publicidade desde a antiguidade. Foi, porém, após a Revolução Francesa (1789), que a publicidade iniciou a trajetória que a levaria até o seu estágio atual de importância e desenvolvimento.
Hoje, todas as atividades humanas se beneficiam como o uso da publicidade: Profissionais liberais, como médicos, engenheiros, divulgam por meio dela, os seus serviços; os artistas anunciam suas exposições, seus discos, seus livros, etc…, a própria ciência vem utilizando os recursos da publicidade, promovendo suas descobertas e seus congressos por meio de cartazes, revistas, jornais, filmes, Internet e outros.
Design
O design, desenho industrial (português brasileiro) ou desenho ou modelo (português europeu) é a configuração, concepção, elaboração e especificação de um artefato. Essa é uma atividade técnica e criativa, normalmente orientada por uma intenção ou objetivo, ou para a solução de um problema. Simplificando, pode-se dizer que design é projeto.
iPod, reconhecido pelo design de alta qualidade
Exemplos de coisas que se podem projetar incluem muitos tipos de objetos, como utensílios domésticos, vestimentas, máquinas, ambientes, e também imagens, como em peças gráficas, famílias de letras (tipografia), livros e interfaces digitais de softwares ou de páginas da Internet, entre outros.
O design é também uma profissão, cujo profissional é o designer. Os designers normalmente se especializam em projetar um determinado tipo de coisa. Atualmente as especializações mais comuns são o design de produto, design visual, design de moda e o design de interiores.
Finalmente, o design pode ser também uma qualidade daquilo que foi projectado.
A palavra design pode ser considerada um estrangeirismo, por ter sido apropriada do inglês. Por essa razão, utiliza-se muitas vezes expressões como desenho industrial.
iPod, reconhecido pelo design de alta qualidade
Exemplos de coisas que se podem projetar incluem muitos tipos de objetos, como utensílios domésticos, vestimentas, máquinas, ambientes, e também imagens, como em peças gráficas, famílias de letras (tipografia), livros e interfaces digitais de softwares ou de páginas da Internet, entre outros.
O design é também uma profissão, cujo profissional é o designer. Os designers normalmente se especializam em projetar um determinado tipo de coisa. Atualmente as especializações mais comuns são o design de produto, design visual, design de moda e o design de interiores.
Finalmente, o design pode ser também uma qualidade daquilo que foi projectado.
A palavra design pode ser considerada um estrangeirismo, por ter sido apropriada do inglês. Por essa razão, utiliza-se muitas vezes expressões como desenho industrial.
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Pop art
Pop art (ou Arte pop) é um movimento artístico surgido no final da década de 1950 no Reino Unido e nos Estados Unidos. O nome desta escola estético-artística coube ao crítico britânico Lawrence Alloway (1926 - 1990) sendo uma das primeiras, e mais famosas imagens relacionadas ao estilo - que de alguma maneira se tornou paradigma deste - ,a colagem de Richard Hamilton (1922 - 2011): O que Exatamente Torna os Lares de Hoje Tão Diferentes, Tão Atraentes?, de 1956. A Pop art propunha que se admitisse a crise da arte que assolava o século XX desta maneira pretendia demonstrar com suas obras a massificação da cultura popular capitalista. Procurava a estética das massas, tentando achar a definição do que seria a cultura pop, aproximando-se do que costuma chamar de kitsch.
Diz-se que a Pop art é o marco de passagem da modernidade para a pós-modernidade na cultura ocidental.
Índice
1 Introdução
2 No Reino Unido
3 Nos Estados Unidos
3.1 Andy Warhol
4 No Brasil
5 Referências
6 Ligações externas
[editar] Introdução
Max Horkheimer (à esquerda) e Theodor W. Adorno (1955)Theodor W. Adorno e Max Horkheimer, nos anos 20, cunharam o termo Indústria cultural. O conceito analisa a produção e a função da cultura no capitalismo e relaciona cultura como mercadoria para satisfazer a utilidade do público.
A defesa do popular traduz uma atitude artística adversa ao hermetismo da arte moderna. Nesse sentido, esse movimento se coloca na cena artística como um dos movimentos que recusa a separação arte/vida. Com o objetivo da crítica irônica ao bombardeamento da sociedade capitalista pelos objetos de consumo da época, ela operava com signos estéticos de cores inusitadas massificados pela publicidade e pelo consumo, usando como materiais principais: gesso, tinta acrílica, poliéster, látex, produtos com cores intensas, fluorescentes, brilhantes e vibrantes, reproduzindo objetos do cotidiano em tamanho consideravelmente grande, como de uma escala de cinquenta para um, transformando o real em hiper-real.
[editar] No Reino Unido
Eduardo Paolozzi: escultura The Crash (1964, Ulster Museum, Belfast)O Independent Group (IG), fundada em Londres em 1952, é reconhecido como o precursor do movimento de Pop art. O grupo, formado entre outros pelos artistas Laurence Alloway, Alison e Peter Smithson, Richard Hamilton, Eduardo Paolozzi e Reyner Banham utilizava os novos meios de produção gráfica que culminavam durante as décadas de 1950 e 60, com o objetivo de produzir arte que atingisse as grandes massas. O Independent Group se dissolveu formalmente em 1956 depois de organizar a exibição "This Is Tomorrow" em Londres, na galeria de arte Whitechapel Gallery. Nesta exibição, o artista inglês Richard Hamilton apresentou a colagem "Just what is it that makes today's homes so different, so appealing?" (em português: O que Exatamente Torna os Lares de Hoje Tão Diferentes, Tão Atraentes??), considerada por críticos e historiadores um das primeiras obras de Pop art.[1]
É possível observar nas obras Pop britânicas um certo deslumbramento pelo american way of life através da mitificação da cultura estadunidense. É preciso levar em consideração que o Reino Unido passava por um período pós-guerra, se reerguendo e vislumbrando a prosperidade econômica norte-americana. Desta forma, todas as obras dos artistas pop britânicos aceitaram a cultura industrial e assimilaram aspectos dela em sua arte de forma eclética e universal.
[editar] Nos Estados Unidos
Claes Oldenburg e Coosje van Bruggen: escultura Inverted Collar and Tie (Frankfurt am Main)Ao contrário do que sucedeu no Reino Unido, nos Estados Unidos os artistas trabalham isoladamente até 1963, quando duas exposições (Arte 1963: novo vocabulário, Arts Council, Filadélfia e Os novos realistas, Sidney Janis Gallery, Nova York) reúnem obras que se beneficiam do material publicitário e da mídia. É nesse momento que os nomes de Andy Warhol, Roy Lichtenstein, Claes Oldenburg, James Rosenquist e Tom Wesselmann surgem como os principais representantes da Pop art em solo norte-americano. Sem estilo comum, programas ou manifestos, os trabalhos desses artistas se afinam pelas temáticas abordadas, pelo desenho simplificado e pelas cores saturadas. A nova atenção concedida aos objetos comuns e à vida cotidiana encontra seus precursores na antiarte dos dadaístas.
Os artistas norte-americanos tomam ainda como referência uma certa tradição figurativa local - as colagens tridimensionais de Robert Rauschenberg e as imagens planas e emblemáticas de Jasper Johns - que abre a arte para a utilização de imagens e objetos inscritos no cotidiano. No trato desse repertório plástico específico não se observa a carga subjetiva e o gesto lírico-dramático, característicos do expressionismo abstrato - que, aliás, a arte pop comenta de forma paródica em trabalhos como Pincela (1965) de Roy Lichtenstein. No interior do grupo norte-americano, o nome de Tom Wesselmann liga-se às naturezas-mortas compostas com produtos comerciais, o de Lichtenstein aos quadrinhos (Whaam!, 1963) e o de Claes Oldenburg, mais diretamente às esculturas (Duplo Hambúrguer, 1962).
[editar] Andy Warhol
Pilares de latas Campbell no edifício da Academia Real Escocesa, EdimburgoAndy Warhol foi uma das figuras centrais da Pop art nos Estados Unidos.[2] Como muitos outros artistas da Pop art, Andy Warhol criou obras em cima de mitos. Ao retratar ídolos da música popular e do cinema, como Michael Jackson, Elvis Presley, Elizabeth Taylor, Marlon Brando e, sua favorita, Marilyn Monroe, Warhol mostrava o quanto personalidades públicas são figuras impessoais e vazias; mostrava isso associando a técnica com que reproduzia estes retratos, numa produção mecânica ao invés do trabalho manual. Da mesma forma, utilizou a técnica da serigrafia para representar a impessoalidade do objeto produzido em massa para o consumo, como as garrafas de Coca-Cola e as latas de sopa Campbell.
[editar] No Brasil
Rubens Gerchman: pintura, colagem e outros materiais Policiais Identificados na Chacina (Registro Policial), 1968Nos anos 60 frutificou entre os artistas brasileiros uma tendência irônica derivada da Pop art norte-americana refletindo o clima tenso criado pelo regime militar imposto em 1964. Aderindo apenas à forma e à técnica utilizada na Pop art os artistas expressaram a insatisfação com a censura instalada pelo regime militar, tematizando questões sociais de política. Entre as exposições mais importantes nesse período destaca-se a Opinião 65, realizada no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, composta por 17 artistas brasileiros e 13 estrangeiros.[3]
Dentre os principais artistas nesta época estão Wesley Duke Lee, Luiz Paulo Baravelli, Carlos Fajardo, Claudio Tozzi, José Roberto Aguilar e Antonio Henrique Amaral, entre outros.[2]
Referências1.↑ Pop art. edukbr.com.br. Página visitada em 17 de novembro de 2010.
2.↑ a b Pop art. historiadaarte.com.br. Página visitada em 17 de novembro de 2010.
3.↑ A pop art no Brasil. sitedaescola.com. Página visitada em 17 de novembro
Diz-se que a Pop art é o marco de passagem da modernidade para a pós-modernidade na cultura ocidental.
Índice
1 Introdução
2 No Reino Unido
3 Nos Estados Unidos
3.1 Andy Warhol
4 No Brasil
5 Referências
6 Ligações externas
[editar] Introdução
Max Horkheimer (à esquerda) e Theodor W. Adorno (1955)Theodor W. Adorno e Max Horkheimer, nos anos 20, cunharam o termo Indústria cultural. O conceito analisa a produção e a função da cultura no capitalismo e relaciona cultura como mercadoria para satisfazer a utilidade do público.
A defesa do popular traduz uma atitude artística adversa ao hermetismo da arte moderna. Nesse sentido, esse movimento se coloca na cena artística como um dos movimentos que recusa a separação arte/vida. Com o objetivo da crítica irônica ao bombardeamento da sociedade capitalista pelos objetos de consumo da época, ela operava com signos estéticos de cores inusitadas massificados pela publicidade e pelo consumo, usando como materiais principais: gesso, tinta acrílica, poliéster, látex, produtos com cores intensas, fluorescentes, brilhantes e vibrantes, reproduzindo objetos do cotidiano em tamanho consideravelmente grande, como de uma escala de cinquenta para um, transformando o real em hiper-real.
[editar] No Reino Unido
Eduardo Paolozzi: escultura The Crash (1964, Ulster Museum, Belfast)O Independent Group (IG), fundada em Londres em 1952, é reconhecido como o precursor do movimento de Pop art. O grupo, formado entre outros pelos artistas Laurence Alloway, Alison e Peter Smithson, Richard Hamilton, Eduardo Paolozzi e Reyner Banham utilizava os novos meios de produção gráfica que culminavam durante as décadas de 1950 e 60, com o objetivo de produzir arte que atingisse as grandes massas. O Independent Group se dissolveu formalmente em 1956 depois de organizar a exibição "This Is Tomorrow" em Londres, na galeria de arte Whitechapel Gallery. Nesta exibição, o artista inglês Richard Hamilton apresentou a colagem "Just what is it that makes today's homes so different, so appealing?" (em português: O que Exatamente Torna os Lares de Hoje Tão Diferentes, Tão Atraentes??), considerada por críticos e historiadores um das primeiras obras de Pop art.[1]
É possível observar nas obras Pop britânicas um certo deslumbramento pelo american way of life através da mitificação da cultura estadunidense. É preciso levar em consideração que o Reino Unido passava por um período pós-guerra, se reerguendo e vislumbrando a prosperidade econômica norte-americana. Desta forma, todas as obras dos artistas pop britânicos aceitaram a cultura industrial e assimilaram aspectos dela em sua arte de forma eclética e universal.
[editar] Nos Estados Unidos
Claes Oldenburg e Coosje van Bruggen: escultura Inverted Collar and Tie (Frankfurt am Main)Ao contrário do que sucedeu no Reino Unido, nos Estados Unidos os artistas trabalham isoladamente até 1963, quando duas exposições (Arte 1963: novo vocabulário, Arts Council, Filadélfia e Os novos realistas, Sidney Janis Gallery, Nova York) reúnem obras que se beneficiam do material publicitário e da mídia. É nesse momento que os nomes de Andy Warhol, Roy Lichtenstein, Claes Oldenburg, James Rosenquist e Tom Wesselmann surgem como os principais representantes da Pop art em solo norte-americano. Sem estilo comum, programas ou manifestos, os trabalhos desses artistas se afinam pelas temáticas abordadas, pelo desenho simplificado e pelas cores saturadas. A nova atenção concedida aos objetos comuns e à vida cotidiana encontra seus precursores na antiarte dos dadaístas.
Os artistas norte-americanos tomam ainda como referência uma certa tradição figurativa local - as colagens tridimensionais de Robert Rauschenberg e as imagens planas e emblemáticas de Jasper Johns - que abre a arte para a utilização de imagens e objetos inscritos no cotidiano. No trato desse repertório plástico específico não se observa a carga subjetiva e o gesto lírico-dramático, característicos do expressionismo abstrato - que, aliás, a arte pop comenta de forma paródica em trabalhos como Pincela (1965) de Roy Lichtenstein. No interior do grupo norte-americano, o nome de Tom Wesselmann liga-se às naturezas-mortas compostas com produtos comerciais, o de Lichtenstein aos quadrinhos (Whaam!, 1963) e o de Claes Oldenburg, mais diretamente às esculturas (Duplo Hambúrguer, 1962).
[editar] Andy Warhol
Pilares de latas Campbell no edifício da Academia Real Escocesa, EdimburgoAndy Warhol foi uma das figuras centrais da Pop art nos Estados Unidos.[2] Como muitos outros artistas da Pop art, Andy Warhol criou obras em cima de mitos. Ao retratar ídolos da música popular e do cinema, como Michael Jackson, Elvis Presley, Elizabeth Taylor, Marlon Brando e, sua favorita, Marilyn Monroe, Warhol mostrava o quanto personalidades públicas são figuras impessoais e vazias; mostrava isso associando a técnica com que reproduzia estes retratos, numa produção mecânica ao invés do trabalho manual. Da mesma forma, utilizou a técnica da serigrafia para representar a impessoalidade do objeto produzido em massa para o consumo, como as garrafas de Coca-Cola e as latas de sopa Campbell.
[editar] No Brasil
Rubens Gerchman: pintura, colagem e outros materiais Policiais Identificados na Chacina (Registro Policial), 1968Nos anos 60 frutificou entre os artistas brasileiros uma tendência irônica derivada da Pop art norte-americana refletindo o clima tenso criado pelo regime militar imposto em 1964. Aderindo apenas à forma e à técnica utilizada na Pop art os artistas expressaram a insatisfação com a censura instalada pelo regime militar, tematizando questões sociais de política. Entre as exposições mais importantes nesse período destaca-se a Opinião 65, realizada no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, composta por 17 artistas brasileiros e 13 estrangeiros.[3]
Dentre os principais artistas nesta época estão Wesley Duke Lee, Luiz Paulo Baravelli, Carlos Fajardo, Claudio Tozzi, José Roberto Aguilar e Antonio Henrique Amaral, entre outros.[2]
Referências1.↑ Pop art. edukbr.com.br. Página visitada em 17 de novembro de 2010.
2.↑ a b Pop art. historiadaarte.com.br. Página visitada em 17 de novembro de 2010.
3.↑ A pop art no Brasil. sitedaescola.com. Página visitada em 17 de novembro
Assinar:
Postagens (Atom)