quarta-feira, 6 de maio de 2015
arruda
Arruda dos Vinhos - Portugal
Foi nessa pequena cidade na Fronteira Portugal-Espanha que teve origem a numerosa Família Arruda, agora dispersa pelo Mundo. No Brasil há duas grandes concentrações de nossos familiares, todos eles originários no mesmo tronco genealógico: Nordeste e Serra Catarinense.
Aqui na Serra Catarinense a Família Arruda é uma das mais tradicionais e numerosas. Pretende-se ilustrar no blog um horizonte temporal de 200 anos, ou seja, pouco tempo antes da época que delimita o êxodo do patriarca José Domingues de Arruda com toda sua família, gado e pertences de Sapucaia RS para a Coxilha Rica, em Lages SC, por conta das primeiras discórdias riograndenses entre imperiais e republicanos, que haveria mais tarde de deflagar a Revolução Farroupilha.
Com a criação e venda de gado bovino e charque, os Arrudas tornaram-se uma das mais ricas famílias de Lages. Um dos nossos antepassados, José Maria Domingues de Arruda, conhecido por Coronel dos Coronéis, foi um dos maiores patrocinadores da construção da Catedral Diocesana de Lages, só para citar um exemplo. Em toda a Coxilha Rica foram construídas inúmeras fazendas para os descendentes dos pioneiros, terras que mais tarde foram vendidas para o italiano Tito Bianchini e alguns Coronéis da Família Ramos que passaram a residir na Coxilha. Uma das fazendas que abrigaram, no meu caso específico, várias gerações de antepassados foi a Fazenda Cajurú, uma das mais próximas de Lages. Lá nasceram minha avó materna, Bernardina Borges de Arruda, meus bisavôs, tataravôs, etc., até chegar no patriarca José Domingues de Arruda, nascido a seis gerações ascendentes antes de mim em Sapucaia RS.
Sobre alguma ramificação remanescente no Rio Grande do Sul não tenho informação alguma, pois José Domingues, em companhia de dois outros fazendeiros, um Ribeiro e um Camargo, teriam colocado todo seu imenso rebanho no Corredor das Tropas, cruzado o Passo de Santa Vitória e se instalado nos verdes campos da inigualável Coxilha Rica, comprando imensas áreas de terra com negócios de gado. José Domingues foi uma espécie de Abraão, proporcionalmente, em termos de riqueza, prosperidade e incontável descendência na Serra Catarinense. Paro por aqui. Maiores detalhes serão contados em livro de uma historiadora e genealogista da própria família no momento oportuno. Eu sou apenas um curioso blogueiro e escritor integrante dessa robusta árvore genealógica, a Família Arruda dos verdes campos de Santa Catarina.
Convém aqui citar que, pela amizade, vizinhança e afinidades econômico-financeiras, houveram muitos casamentos com pessoas das Famílias Vieira, Borges e Ramos nas gerações mais recentes, durante a segunda metade do Seculo XIX e todo o Seculo XX. Com uma prole numerosa, era um hábito na Família Arruda homenagear os irmãos entre si, dando o mesmo nome aos seus filhos. Assim, só para ilustrar, houveram sucessivamente 4 pessoas com o nome de Henriqueta. A primeira, Henriqueta Maria Vieira era nora do patriarca José Domingues de Arruda e filha do Coronel Leandro Luiz Vieira, nome destacado na História da Coxilha Rica como comandante de importante piquete revolucionário farroupilha.
Por fim, fica o registro de diversas batalhas farroupilhas, ora como republicanos, ora como imperiais, pois Lages, apesar de ter sido a Primeira República Catarinense, tendo recebido Giuseppe e Anita Garibaldi com honras e festas, logo sucumbiu aos ataques federais e novamente o Casal Garibaldi, quase ao final da Guerra, retornam à cidade com destino à Curitibanos, onde travariam a última inglória e definitiva batalha no Capão da Mortandade, no Marimbas. Aqui não tiveram o mesmo apoio da primeira vez e viajaram como fugitivos de volta ao Rio Grande do Sul, ele ferido, primeiro e ela grávida, depois de fugir dos imperiais. Por isso, a meu ver, ao casarem no Uruguai ela preferiu declarar sua naturalidade como Laguna por ter vergonha de ser lageana, algo que nossos nobres historiadores preferem não pesquisar a fundo ao tentar provar sua real data e local e nascimento.
Familia Arruda
COXILHA RICA - O MAIOR LATIFÚNDIO DE LAGES SC
PRESERVAÇÃO OU DESENVOLVIMENTO? QUAL A VERDADEIRA VOCAÇÃO DA COXILHA RICA, QUE OCUPA CERCA DE 40% DO TERRITÓRIO MUNICIPAL DE LAGES?
FAMÍLIA ARRUDA DO PAINEL - 20
Colaborou Salete Benthien: Sentado o patriarca da família o tio Aquilino Figueiredo de Arruda, em pé de camisa xadrez o Elizaldo filho da Isolina F. de Arruda.atras dele e o Tide filho de Aristides F. de Arruda, Do Lado Pedro A. Arruda filho do Placides F. de Arruda Atras de mim Antonio Eliseu H. Arruda filho do Aquilino. ao meu lado minha irmã, Maria Lucia do lado dela Jô filha da Isolina, do lado dela a Deza filha do Aristides, do lado também filha do Aristides, a Teresa, o da ponta é o Ademar filho do aquilino, com sua esposa Marisa e la trás o Luiz Fernando (kiko) filho do aquilino, qualquer coisa se tiver confuso a ordem que eu coloquei, me pergunte com exceção da Marisa são todos, netos do Cassimiro Vieira de Arruda e Bisnetos de José Domingues de Arruda.
JOÃO DOMINGUES DE ARRUDA
Contam outros parentes que João era de baixa estatura. Certo dia foi fechar um negócio de terras para seu pai, o José, e o dono das terras começou a fazer corpo mole quando viu aquele “baixinho”. João simplesmente disse a ele que, se quisesse, tinha dinheiro suficiente para comprar uns dez terrenos iguais aquele. Foi o que bastou!
João Domingues de Arruda, filho de José Domingues de Arruda e Maria Joaquina de Souza Teixeira. João deve ter nascido em 1834+/-, possivelmente em Caçapava, e logo depois seus pais vieram para Lages. Eu sou descendente da irmã de João, Felicia Domingues de Arruda casada com o Coronel Antonio Luiz Vieira.
Henriqueta Maria Vieira é irmã do Coronel Antonio Luiz Vieira e ambos são filhos de Leandro Luiz Vieira e Clara Maria dos Santos..
Aí está: somos descendentes de dois irmãos Vieira (você de Henriqueta e eu de Antonio) que se casaram com dois irmaos Arruda (você de João e eu de Felícia).
Localizei uma Maria Clara Borges sendo inventariante de Manuel Antunes de Oliveira. Seria a sua Maria Clara Borges? Fico curiosa, pois Manuel Antunes de Oliveira muito provavelmente seja da família de Anita Garibaldi! Será que na Semanna Farroupilha eu localizei mais um dos ramos da família de Anita! Será maravilhoso! Comarca de Lages, Museu Histórico Tribunal de Justiça de Santa Catarina, COD. 10. "COD. 10 CAIXA 28 (N-5) 32. 1882 - Inventário.
Manoel Antunes de Oliveira - falecido.
Maria Clara Borges - inventariante."
Quanto ao Bernardo Domingues de Arruda, ando "sofrendo" com ele! É que me aparece um registro de ter sido casado com Maria Ignácia dos Prazeres Ribeiro, casal este pai de pelo menos uma filha , Agostinha, nascida e. 1895. Teria sido casado duas vezes? No inventário de seu pai, João Domingues de Arruda, Bernardo Domingos de Arruda consta como tendo 42 anos, sem constar que estivesse casado naquela ocasião , ou ao menos não vem citado o nome de nenhuma esposa (1902).
Sequem os irmãos de Bernardo:
1 - José Domingues de Arruda casado com Hermelinda Vieira de Arruda
2- Maria Domingues de Arruda casada com João Madruga de Córdova
3 - Olivério Domingues de Arruda (casou com Amélia Vieira)
4- Bernardo Domingues de Arruda (conforme a Certidão que você apresenta, casou com Ernestina Ribeiro Borges, e talvez também com Maria Ignacia dos Prazeres Ribeiro)
5 - Prudência Domingues de Arruda casada com João Pereira de Camargo
6- Domingos Honorato de Arruda (casado com Maria Antonia de Araujo)
7- Joaquina Domingues de Arruda ccasada com Antônio Domingues Vieira
8- Manoel Domingues Vieira de Arruda casado (caou com Hercilia Lopes de Haro Sanford)
9- Policarpo Domingues de Arruda (casou com Carolina Vieira Ramos)
10- Clara Domingues de Arruda (casou com Jose Antonio de Souza)
11 Bernardina Domingues de Arruda casada com Antônio Gonçalves de Araújo
12- Hermilino Engrácio de Arruda casado com Josefina Vieira (são os ancestrais do Mario Arruda do Barbicaho Colorado)
13 João Francisco de Arruda casado com Maria Castro.
FAMÍLIA ARRUDA NAS MISSÕES POR DIEGO PUFAL
FAMÍLIAS PORTUGUESAS NAS MISSÕES
Família BUENO DE ARRUDA
Autoria: Zélce Mousquer
Antigualhas, histórias e genealogia - Blog criado com o objetivo de resgatar as histórias de meus antepassados e relacionados, contando fatos e episódios de suas vidas. Além de suas biografias, abordar-se-ão suas obras e genealogias, com o fim único de preservar suas memórias. Porto Alegre - RS- Brasil, 2008, por Diego de Leão Pufal. http://pufal.blogspot.com.br/2010/03/familias-portuguesas-nas-missoes.html
INÁCIO BUENO DE ARRUDA, nasceu por volta de 1760 em São Roque, São Paulo, onde casou com Escolástica Maria, gerando a:
F1. Ana Pires de Arruda, nasceu em 7.4.1788.
F2. João Pires de Arruda, nasceu em 25.10.1789 e faleceu em 3.12.1864, Santa Tecla, distrito de Santo Ângelo/RS, casou-se com a viúva Reparata Joaquina de Bittencourt, nascida em 26.07.1801, Caçapava do Sul e falecida em 23.3.1865, Santa Tecla/RS.
F3. Jorge Pires de Arruda, nascido em 10.12.1792
F4. Maria Pires de Arruda, nascida em 6.8.1791
F5. Gertrudes Pires de Arruda, nascida em 5.7.1797
F6. Francisco Pires de Arruda
F7. Isabel Pires de Arruda
F8. Manuela Pires de Arruda
F9. Luiza Pires de Arruda
F10. Luiz Pires de Arruda
F11. Antônio Pires de Arruda
FONTES:
Cláudio Nunes Pereira - Genealogia Tropeira.
Arquivo Público RS (Inventário, testamentos, Habilitações para casamentos, Registros de Notas)
Cúria da Diocese de Santo Ângelo/RS
Microfilmes do registro civil e eclesiástico de Santo Ângelo e São Miguel.
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QUARTA-FEIRA, 2 DE JANEIRO DE 2013
HEROINAS DA COXILHA RICA
ANINHA ATHANÁZIA
ANINHA ATHANÁZIA PELO CARTUNISTA LAGEANO ADILSON FERREIRA
JC Arruda de Sousa A índia ANINHA mijava de pé na frente da tropa, segundo o saudoso Márcio Camargo Costa. Ela invadiu, como posseira, grandes áreas de terras no Raposo e no Cajurú. Seus principais adversários políticos e latifundiários eram os Coronéis Juca Prudente e Ramiro Andrade. Não teve filhos naturais. Seu herdeiro foi Panchito, o Gaudério de Cambajuva, que morreu mais tarde na Guerra do Contestado lutando ao lado dos jagunços na destruição de Taquarussu.
ANITA GARIBALDI
ANITA GARIBALDI PELO CARTUNISTA LAGEANO ADILSON FERREIRA
AINDA MENINA ANITA DEIXOU OS LINDOS CAMPOS DA COXILHA RICA PARA IR CAÇAR VEADO EM LAGUNA!
COMENTÁRIOS VIA FACEBOOK:
Enio Ribeiro Filho Amigo. Estou desenvolvendo um estudo sobre Anita Garibaldi e suas ligações com Lages. Vc pode me repassar a referência bibliográfica ( fonte ) dessa afirmação ???
JC Arruda de Sousa Não tenho Enio. Não é referência bibliográfica, mas apenas oralidade, conversa de italiano. Vários pesquisadores e renomados eruditos já se debruçaram sobre a vida de Anita, mas a própria Revolução Farroupilha não permitiu aos soldados e seus líderes de então tempo de sobra para escrever a História verdadeira. O que existe é muita especulação. A meu ver, pouco importa onde ela nasceu, pois seu pai Bentão não tinha paradeiro fixo. O importante é que ela desenvolveu hábitos de mulher serrana. Considerando que sua mãe e seu tio Antônio eram coxilhins, dificilmente ela teria nascido em Laguna e vindo morar em Lages, quando o contrário é, aparentemente, mais racional. Quando Giuseppe fez seu célebre relato para Alexandre Dumas, muitas coisas ficaram claras, mas ele não chegou a se aprofundar acerca de seu casamento com Anita. Algum dia um pesquisador vai encontrar alguma prova definitiva acerca do tema. Mas até agora ninguém conseguiu provar nada. Anita ainda é um grande mistério serrano. Parabéns pela sua disposição em pesquisar o assunto. A Professora Ismênia Ribeiro, de São Joaquim, tem muita informação histórico-genealógica da Família Ribeiro, da qual encontro alguns antepassados em minha árvore. Acredito que ela possa ajudá-lo melhor que eu. Veja http://genealogiaserranasc.blogspot.com.br/ GENEALOGIA SERRANA DE SANTA CATARINA: FAMÍLIAS SOUZA, RIBEIRO, PALMA E OUTRAS
Enio Ribeiro Filho Agradeço, JC Arruda de Souza, certa e oportunamente, voltaremos a falar sobre esse tema. Mais uma vez, obrigado!
LEMBRETE: Estas e outras ilustrações do cartunista ADILSON FERREIRA são encontradas nos livros CONJUMINÂNCIAS LAGEANAS – Uma Coletânea de Artigos e O DIZEDOR, de autoria deste blogueiro.
MANOEL JOAQUIM PINTO DE ARRUDA FILHO - FUNDADOR DE SÃO JOAQUIM
Igreja matriz de São Joaquim Monumento entalhado em homenagem a Manoel Joaquim Pinto de Arruda Filho em São Joaquim SC Obra...
O LOBO GUARÁ DO CAJURÚ
LOBO GUARÁ - ANIMAL EM EXTINÇÃO FRENTE DA FAZENDA CAJURÚ - FUNDADA EM 1865 PORTAL DA FAZENDA CAJURÚ - FUNDADA EM 1865 ...
FAZENDAS MAIS ANTIGAS DA COXILHA RICA
SEDE DA FAZENDA GUARDA-MOR SEDE DA FAZENDA SANTA TEREZA SEDE DA FAZENDA CAPÃO ALTO SEDE DA FAZENDA CAJURÚ ...
CAMINHO REAL DO VIAMÃO - O CORREDOR DAS TROPAS
TRECHO DO CORREDOR VIROU ESTRADA NA COXILHA RICA PEÕES EM ATIVIDADE NA COXILHA RICA TRECHO DO CAMINHO DAS TROPAS NA COXIL...
FAMÍLIA ARRUDA DO BAIRRO DA BRUSQUE
Foto de Clara, filha de João Domingues de Arruda e neta do Patriarca José Domingues de Arruda (segunda sentada da direita para a esquerda) ...
FAMÍLIAS ARRUDA & VIEIRA - MUITO CASAMENTO DEU!
Vendo as descendências de JOSÉ DOMINGUES DE ARRUDA e LEANDRO LUÍS VIEIRA, abaixo, conclui-se pela existência de muita afinidade entre as dua...
CHEGADA DO PATRIARCA NA COXILHA RICA
Brasão Português da cidade ARRUDA DOS VINHOS José Domingues de Arruda, nosso ancestral pioneiro, rico fazendeiro, que chegou em Lages mais ...
GENEALOGIA PAULISTA DE IGNÁCIA PIRES DE ARRUDA
sistemas sites ERP automação comercial Belo Horizonte Família de Ignacia Pires de Arruda Atenção: como esta família é muito grande, ela não...
JOÃO DOMINGUES DE ARRUDA
(TATARAVÔ DO BLOGUEIRO) Contam outros parentes que João era de baixa estatura. Certo dia foi fechar um negócio de terras para seu p...
SEGUIDORES
Famílias Arruda, Vieira
. na Serra no começo do Século XIX entre as Famílias Arruda, Vieira, Ribeiro, Ramos, Borges, Camargo, Araujo, entre muitas outras, dando origem às 85 Fazendas Antigas.
Os patriarcas José Domingues de Arruda, Leandro Luis Vieira, Manuel da Silva Ribeiro, Laureano José de Ramos, João Antônio Borges e tantos outros, com suas esposas, foram férteis em suas proles de origem portuguesa ao povoarem a Serra Catarinense, o Continente das Lagens no dizer do pesquisador Licurgo Costa, no aprofundamento em detalhes do Professor Walter Dachs, nas obras de Moacyr Domingues, de Diego de Leão Pufal e do organizador e genealogista Cláudio Nunes Pereira.
Hoje em dia outras pessoas se dedicam a esse mister histórico e genealógico como por exemplo a administradora Tânia Arruda Kotchergenko, a historiadora Sara Nunes e a Professora Menoca (foto acima) que faz lançamento de seu livro genealógico O Voo das Curucacas nesta sexta-feira (24) na Arena Cultural da Festa do Pinhão.
Aos poucos a História da Serra Catarinense começa a ser revista, atualizada e recontada a partir dos inúmeros recursos tecnológicos que esses pesquisadores de agora têm à disposição. Com toda certeza muitos tabús e mitos sobre personalidades serranas serão derrubados, surgindo em lugar deles outros cidadãos que, de direito e de fato, deram sua valiosa contribuição e ficaram até agora no esquecimento.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
Metrologia
A metrologia é a ciência das medições e suas aplicações na sociedade.nota 1 Por se tratar de uma ciência tão abrangente e necessária em tantas atividades humanas, a metrologia engloba todos os aspectos teóricos e práticos de todas as medições que são realizadas nas mais diversas ciências e tecnologias.3
Além da aplicação trivial da metrologia no estudo e padronização dos pesos e medidas e na implementação de sistemas de unidades (como é o caso do SI), a metrologia também encontra larga aplicação prática nos mais diversos processos de produção, situação em que visa garantir a qualidade de produtos e serviços por intermédio de ensaios destrutivos e não-destrutivos e da aferição de grandezas físicas com o uso de instrumentos de medição, além da própria calibração desses instrumentos, sejam eles analógicos ou digitais. Outra atividade que comumente se utiliza da metrologia é a Física.4Qual motivo de sua implantação[editar | editar código-fonte]
A ISO série 9000 define explicitamente a relação entre garantia da qualidade e metrologia, estabelecendo diretrizes para se manter um controle sobre os instrumentos de medição da empresa, tornando assim necessária, a implantação de um processo metrológico na empresa que busca ou possui uma certificação. O fator “globalização dos mercados” também põe em prática um de seus principais objetivos, que é traduzir a confiabilidade nos sistemas de medição e garantir que especificações técnicas, regulamentos e normas existentes, proporcionem as mesmas condições de perfeita aceitabilidade na montagem e encaixe de partes de produtos finais, independente de onde sejam produzidas. Um outro objetivo, não menos importante, está na melhoria do nível de vida das populações por meio do consumo de produtos com qualidade, da preservação da segurança e da saúde e do meio ambiente.
Quais as áreas da Metrologia[editar | editar código-fonte]
Basicamente, a metrologia está dividida em três grandes áreas:
A Metrologia Científica, que utiliza instrumentos laboratoriais, pesquisas e metodologias científicas, que têm por base padrões de medição nacionais e internacionais, para o alcance de altos níveis de qualidade metrológica.
A Metrologia Industrial, cujos sistemas de medição controlam processos produtivos industriais e são responsáveis pela garantia da qualidade dos produtos acabados.
A Metrologia Legal, que controla e fiscaliza todos aqueles instrumentos e medidas que estão relacionadas com o consumidor.
Qual o papel da metrologia na organização?[editar | editar código-fonte]
A Metrologia garante a qualidade do produto final favorecendo as negociações pela confiança do cliente, sendo um diferenciador tecnológico e comercial para as empresas. Reduz o consumo e o desperdício de matéria-prima pela calibração de componentes e equipamentos, aumentando a produtividade. E ainda reduz a possibilidade de rejeição do produto, resguardando os princípios éticos e morais da empresa no atendimento das necessidades da sociedade em que está inserida, evitando desgastes que podem comprometer sua imagem no mercado.
Calibração[editar | editar código-fonte]
Calibração é a comparação entre os valores indicados por um instrumento de medição e os indicados por um padrão (equipamento de classe superior).
A calibração dos equipamentos de medição é função importante para a qualidade no processo produtivo e deve ser uma atividade normal de produção que proporciona uma série de vantagens, tais como:
Garante a rastreabilidade das medições.
Permite a confiança nos resultados medidos.
Reduz a variação das especificações técnicas dos produtos.
Previne defeitos.
Compatibiliza as medições.
Por que ensaiar?[editar | editar código-fonte]
Através dos ensaios é possível verificar se os produtos ou processos de fabricação estão de acordo com determinadas normas e especificações técnicas para, em casos de falhas, as empresas procederem às correções que irão beneficiá-las, pelo aumento da competitividade, e aos consumidores, pelo acesso a produtos ou serviços que atendem a padrões mínimos de qualidade.
Notas
Ir para cima ↑ Vide a definição de "metrology" no item 2.2 do vocabulário metrológico do JCGM1 e também a definição de "metrologia" no item B (pág. 7) da cartilha do Inmetro.2
Referências
Ir para cima ↑ Joint Committee for Guides in Metrology (JCGM) (2012). International vocabulary of metrology – Basic and general concepts and associated terms (VIM) (PDF) (em inglês e francês) Bureau International des Poids et Mesures (BIPM). Visitado em 5 de abril de 2014.
Ir para cima ↑ BRASIL. INMETRO. Barreiras Técnicas e a Competitividade Empresarial (PDF) Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Visitado em 5 de abril de 2014.
Ir para cima ↑ BRASIL. INMETRO. Metrologia Científica Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Visitado em 5 de abril de 2014.
Ir para cima ↑ Eve Anne Melo. Metrologia aplicada à Física - 1ª parte: Unidades de Medidas Exactus Metrologia e Qualidade. Visitado em 5 de abril de 2014.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
Esterco de peru - Alguns aspectos
Todo o vegetal precisa de vários nutrientes, a principal fonte desses nutrientes são captados pelas plantas diretamente do solo, por isso, é preciso manter o solo em boas condições químicas, físicas e biológicas para oferecer as plantas o máximo possível do que elas precisam para atingir a produção desejada. Para o enriquecimento do solo são utilizados várias fontes de nutrientes, entre elas os estercos de animais, um deles e que em algumas regiões é muito utilizado é o esterco de peru, que é importante fonte de nutriente e requer alguns cuidados na aplicação.
Como todos os estercos, o de peru precisa passar pelo processo de fermentação, ou seja, ele precisa ficar amontoado por cerca de 90 a 120 dias, até que o calor gerado no monte de esterco cumpra o processo de eliminação de possíveis sementes de invasoras e ou parasitas que podem estar junto as fezes. Outro objetivo da fermentação é para que esse processo não ocorra no solo, o que pode ocasionar prejuízos para as plantas.
Uma recomendação é adquirir quando possível estercos de peru, oriundos de produtores conhecidos, verificando se este já passou pelo processo de fermentação, caso contrário é preciso fazê-lo. Em caso de dúvida se o esterco passou pelo período necessário de fermentação, é aconselhável amontoá-lo e verificar se está esquentando muito ou não, por isto, é importante o produtor planejar a compra com antecedência.
Frequentemente existem questionamentos quanto a qualidade de estercos adquiridos, principalmente quanto a qualidade nutricional. A análise química é a única forma de esclarecer estas dúvidas e dar maior tranquilidade para aquele que está comprando, ou mesmo, quando se trata de utilização pelo próprio produtor, este procedimento gera custos, porém, em algumas situações é aconselhável faze-lo.
O esterco de peru quando comparado com o de frango que é mais comumente encontrado, geralmente leva algumas vantagens na quantidade de nutrientes, mas é importante observar o numero de lotes que foram produzidos em cima de cada "cama".
Um bom motivo que justifica a realização de análise do esterco comprado é ter a informação mais confiável quanto a quantidade de nutrientes. Dando condições para o cálculo da quantidade adequada a ser aplicada, para atender as necessidades do solo, logicamente, o produtor que irá aplicar o produto também deve ter em mãos análise de solo e quando estiver com dúvida, deve buscar orientação técnica.
No mercado encontra-se o adubo orgânico de peru peletizado que facilita a aplicação do produto, possibilitando a aplicação com os equipamentos de plantio que o produtor já possui, porém, é preciso avaliar a viabilidade econômica da aquisição deste insumos e levar em conta que os adubos orgânicos agem por um tempo maior no solo e contribui também para melhorias de aspectos biológicos e físicos.
Uma alternativa interessante é a utilização por até três safras com adubo de peru, depois utilizar por uma safra adubação química, e assim ir alternando. Outra opção é fazer uma porcentagem entre o químico e o esterco de peru, sempre tentando atender as necessidade apontadas na análise de solo, levanto em consideração a legislação ambiental e a viabilidade econômica.
sexta-feira, 6 de junho de 2014
arvore de Ignácio da Silva Mattos e Ismênia Pereira Machado -
BN 1.4.1.11 – CÂNDIDA PALMA CANDIDO (09.06.1904 – 29.04.1953vii. Causa da morte: câncer), c.c. Prudente Candido da Silva (25.04.1904 – 30.08.1977), filho de Vidal Cândido da Silva e de Teodolina Cardoso Rocha.
Casamento em 13 de abril do ano de 1928[i], contraído perante o Juiz Aparício Motal (?) e as testemunhas Álvaro Cardoso (?) e João Romário Moreira. Ele, com 22 anos, natural e domiciliado em São Joaquim, filho de Vidal Candido da Silva e Theodolina Theodora da Rocha, de SC, domiciliados e residentes em São Joaquim. Ela, com 24 anos, natural e residente em São Joaquim.
Filhosvii:
TN 1.4.1.11.1 – Vidal Cândido Neto (nasc. 12.09.1929), c.c. Maria Luiza Silvestre.
TN 1.4.1.11.2 – Joaquim Galete da Silva (nasc. 06.06.1933), solteiro;
TN 1.4.1.11.3 – Celuta Cândido Camargo (nasc. 21.10.1933 – falec. 31.07.2007), c.c. Nelson Camargo Arruda;
TN 1.4.1.11.4 – Ismênia Palma Bleyer (nasc. 24.12.1935), c.c. Milton Bleyer;
TN 1.4.1.11.5 – Eno de Loyola Silva (nasc. 30.08.1937), c.c. Dalila Vieira;
TN 1.4.1.11.6 – Teodolina Palma Cândido (nasc. 28.11.1939), c.c. Tácilo Forschiner;
TN 1.4.1.11.7 – Elba Palma Silva (nasc. 19.09.1941), c.c. Pedro Paulo Santana;
TN 1.4.1.11.8 – Prudente Cândido da Silva Filho (nasc. 04.12.1942), “Tio Pruda”, c.c. Lílian Hering;
TN 1.4.1.11.9 – Adroaldo Palma da Silva (nasc. 04.12.1944), c.c. Cleuza Scher;
TN 1.4.1.11.10 – Cândida Palma Cândido (“Candoquinha”, nasc. 06.09.1946), c.c. Pedro de Alcântara Ribeiro, “Pepeche”, “Pedrinho”, filho de Antônio Evândulo Ribeiro (“Tio Nico”) e Guilhermina Proença Ribeiro.
Cândida Palma Cândido e Prudente Cândido da Silva.
Prudente Cândido da Silva casou-se em segundas núpcias com Maria do Carmo Castro (nasc. 21.02.1928), viúva, em 08 de janeiro de 1858. Maria do Carmo é filha de Antônio Magalhães de Castro e de dona Maria Salomé de Castro. Filha de Prudente e de Maria do Carmo: Soraya Castro Silva (nasc. 30.07.1959).
Nota: Maria do Carmo Castro teve três filhos do primeiro casamento:
1. Maria Salete Bittencourt (nasc. 21.04.1945);
2. Ana Maria de Casro Bittencourt (nasc. 10.09.1946);
3. Vera Lúcia de Castro Bittencourt (nasc. 17.06.1949).
Maria do Carmo Castro e Prudente Cândido da Silva.
BN 1.4.1.12 – OTÍLIA PALMA (nasc. 28.05.1906, livro 11 – fls. 44v), c.c. Joaquim Tomaz de Souza (“Tio Quinzo”, nasc. 30.08.1908), filho de João Tomaz de Souza e de Inácia Antunes de Souza.
Casamento: 09.05.1936.
Filhosvii:
TN 1.4.1.12.1 – Ismênia Palma de Souza (16.07.1937), c.c. Nenias Nunes Pereira (nasc. 01.11.1933);
TN 1.4.1.12.2 – João Carlos Palma de Souza (nasc. 18.11.1938), c.c. Regina Aparecida Vieira;
TN 1.4.1.12.3 – Álvaro Palma de Souza (29.05.1941 – 19.04.1959);
TN 1.4.1.12.4 – Ione Palma de Souza (nasc. 19.07.1943), c.c. Célio Pinto de Arruda.
Tio Quinzo, Otília e os seus filhos João Carlos Palma de Souza e Ione Palma de Souza.
BN 1.4.1.13 – CAETANO PALMA (nasc. 21.12.1907, livro 11 – fls. 44v, São Joaquim – falec. 30.06.1960), c.c. Jurema Hugen Palma (nasc. 18.07.1916), filha de Francisco Hugen (21.04.1874 – 04.07.1945) e de dona Jovina Nunes Hugen (20.04.1884 -07.01.1935).
Filhosvii:
TN 1.4.1.13.1 – Maria Esmênia Palma (nasc. 07.10.1934), c.c. Levy Inácio Pereira (nasc. 15.04.1936), filho de Constâncio Inácio Pereira e Jovita Nunes Pereira. Casamento de Maria Esmênia e Levy: 15.01.1955
TN 1.4.1.13.2 – Jovina Márcia Palma (nasc. 15.03.1936), c.c. Rogério Souza de Melo (nasc. 12.12.1935 – falec. 19.02.1993), filho de João Inácio de Melo e Adelice Souza Melo. Casamento em 31 de maio de 1958.
TN 1.4.1.13.3 – Inácio Palma (nasc. 25.10.1940). Faleceu atropelado por um automóvel em 13 de março de 1954.
Caetano Palma
BN 1.4.1.14 – HERMELINO PALMA (nasc. 09.05.1909, livro 11 – fls. 44v, São Joaquim), c.c. Elza Bathke Palma (nasc. 27.02.1916, São Joaquim), filha de Paulo Bathke e de Maria Olinda Ribeiro Bathke.
Casamento: 02 de abril de 1934.
Filhosvii:
TN 1.4.1.14.1 – Malba Palma Fauro (nasc. 20.01.1935), c.c. Lourenço Faoro. Filhos: Ilvaita Maria (nasc. 29.08.1955) e Ivon Dagoberto (nasc. 04.11.1956).
TN 1.4.1.14.2 – Inácio Palma Neto (nasc. 07.02.1936), c.c.
1ª núpcias: Eulália Palma Neta (nasc. 31.05.1941), “Lala”, filha de Antenor Palma (“Tena”) e Ana de Melo Palma.
2ª núpcias: Dyloê Testi.
TN 1.4.1.14.3 – Alba Bathke Palma, c.c. Júlio Moura Filho. Filho do casal: Cláudio Eduardo.
TN 1.4.1.14.4 – Galba Palma (nasc. 20.02.1942), c.c. João Romildo Bertonelho;
TN 1.4.1.14.5 – Antônio Eduardo Bathke Palma, c.c. Mariza Graziotin Palma.
Hermelino Palma.
BN 1.4.1.15 – AVELINO PALMA (“Paim”, nasc. 25.06.1910, livro 11 – fls. 44v – falec. 28.09.1988[ii]), c.c. Cândida Rodrigues Palma (25.02.1922 – 16.11.2002, enfisema pulmonar[ii]), filha de Pedro Anacleto Rodrigues e de Almira Madruga Rodrigues.
Casamento: 24 de abril de 1938.
Filhosii:
TN 1.4.1.15.1 – Glicério Rodrigues Palma, c.c. Cecília Hallu Palma.
TN 1.4.1.15.2 – Ruth Marilena Palma (nasc. 24.07.1941), c.c. Manoel Moraes Neto.
TN 1.4.1.15.3 – Dulce Palma, depois de casada o nome foi alterado para Dulce Sunaga (nasc. 03.07.1943), c.c. Mário Sunaga.
TN 1.4.1.15.4 – Marco Aurélio Rodrigues Palma (nasc. 15.01.1945[iii]), c.c. Eugênia Silene Nadolny Palma (nasc. 23.03.1947).
TN 1.4.1.15.5 – Helena Rodrigues Palma (nasc. 12.08.1948iii), c.c.
1as núpcias: Osmar Reis (falecido);
2as núpcias: Antonio Meloni, italiano, residem na Itália.
TN 1.4.1.15.6 – Napoleão Laureano Palma (nasc. 15.05.1952iii), c.c. Teresinha Isidoro Palma.
TN 1.4.1.15.7 – Ana Gleci Palma (nasc. 17.10.1956iii), c.c. Neuri Barbieri.
Avelino Palma e a esposa Cândida Rodrigues Palma. No centro acredita-se que sejam os filhos Napoleão e Helena.
BN 1.4.1.16 – JOAQUINA PALMA MARTORANO (nasc. 05.04.1912[iv] – falec. 10.08.1997), c.c. Cesar Martorano (07.01.1910), filho de Egídio Martorano e de dona Eulália Brasil Martorano.
Casamento: 09 de maio de 1936, São Joaquim.
Filhosvii:
TN 1.4.1.16.1 – Nara Martorano Vieira (nasc. 02.02.1937), c.c. Dr. Olavo Francisco Vieira, médico pela Faculdade de Medicina da Universidade do Paraná, filho de Manoel Francisco Vieira e Carolina Ferreira Vieira. Casamento de Nara e Olavo: S.Jqm.,16.10.1958.
TN 1.4.1.16.2 – Cesar Martorano Filho (nasc. 23.11.1938), “Cesinha”, solteiro.
TN 1.4.1.16.3 – Rogério Martorano (nasc. 13.04.1940), c.c. Vera Rita Nunes Domeciano Martorano, filha de Antonio Ricardo Domeciano e Rita de Cássia Nunes Domiciana. Casamento de Rogério e Vera: S. Jqm., 18.12.1976.
TN 1.4.1.16.4 – Assis Martorano (nasc. 24.10.1941), c.c. Maria Lucia Martins. Faleceu em 16.03.1975 (suicídio).
TN 1.4.1.16.5 – Eulália Martorano Camargo (nasc. 14.07.1944), c.c. João Ivo Camargo (Lages, 17.08.1941 – S Jqm., 09.11.2005), filho de Antonio Vieira de Camargo e Adília de Souza Camargo. Casamento de Eulália e Ivo: 14.01.1967.
TN 1.4.1.16.6 – Eunice Martorano (nasc. 06.02.1946), solteira.
TN 1.4.1.16.7 – Tereza Martorano (nasc. 20.10.1947). c.c. Rogério Vieira, filho de Sebastião de Souza Vieira e Rosita Gomes Vieira. Casamento de Tereza e Rogério: S.Jqm.,09.05.1968.
TN 1.4.1.16.8 – Ângela Martorano (nasc. 07.08.1950), c.c. Carlos Abgail Kuerten (nasc. Braço do Norte, 30.12.1944), filho de João Augusto Kuerten e Dilma Correa Kuerten. Casamento de Ângela e Carlos: 18. 09.1976.
TN 1.4.1.16.9 – Natália Martorano (nasc. 25.12.1952), c.c. Danucio João Salvador (nasc. Tubarão, 06.02.1952), filho de Mariano João Salvador e Julia Martins Salvador. Casamento de Natália e Danucio: 23.05.1974.
Cesar Martorano e Joaquina Palma Martorano.
Referências
[i] Livro de casamentos nº5, sob o termo nº9, feito em 13 de abril do ano de 1928.
[ii] Dado fornecido por Marco Aurélio Rodrigues Palma, filho de Avelino Palma e de Cândida Rodrigues Palma, 2014.
[iii] Caderno datilografado de Enedino Batista Ribeiro, acervo pessoal de Ismênia Ribeiro Schneider.
[iv] Livro 11 – fls. 44v, São Joaquim.
Tonico das Palmas
Tonico das Palmas
Antonio das Silva Matos, filho de João Zeferino da Silva Mattos e de Anna Joaquina da Conceição.
Mariazinha
Mariazinha
Maria Antonia de Jesus, filha de Manoel Palhano de Jesus (também conhecido como João Baptista Palhano Prestes) e de Constância Maria de Souza.
Inácio Palma e Ismênia Pereira Machado
Inácio Palma e Ismênia Pereira Machado
Ignácio da Silva Mattos, filho de Tonico das Palmas e de Mariazinha. Era casado com Ismênia Pereira Machado, filha de Leonel Caetano Machado e de Florinda Pereira Machado.
Cândida Maria da Silva Mattos (Tia Cândia ou Tia Candinha)
Cândida Maria da Silva Mattos (Tia Cândia ou Tia Candinha)
Cândida Maria da Silva Mattos, c. c. Manoel José Pereira. Cândida era a única irmã de Inácio Palma.
Reunião para o cinquentenário do Clube Astréa
Reunião para o cinquentenário do Clube Astréa
De costas Sebastião Vieira, lendo a ata; Enedino Batista Ribeiro; Rubem Furtado; Dr. Nelsom da Luz; Genovêncio Mattos; Juvenal da Silva Mattos; Egídio Marturano; Manuel Albino; João Huguem. Arquivo da Família Teófilo Mattos
Região das nascentes do Rio Pelotas em Bom Jardim da Serra/SC
Região das nascentes do Rio Pelotas em Bom Jardim da Serra/SC
Bento Cavalheiro do Amaral
Bento Cavalheiro do Amaral
Foto de retrato a óleo. Autor: Martinho de Haro (pintor joaquinense). Agradecimentos a José Nilton Matos e Rogério Palma de Lima que nos forneceram a imagem.
Boanerges Pereira de Medeiros (1882 – 28.02.1951)
Boanerges Pereira de Medeiros (1882 – 28.02.1951)
5º Prefeito de São Joaquim (1926 a 1930). (Agradecimentos a Elizabeth Mattos (Neneth) e Rogério Palma de Lima que nos forneceram a foto)
Felicidade Vieira de Medeiros (1888 - 04.01.1944).
Felicidade Vieira de Medeiros (1888 - 04.01.1944).
Esposa de Boanerges Pereira Medeiros. Agradecimentos a Elizabeth Mattos e Rogério Palma de Lima que nos forneceram a foto.
Teófilo Mattos e D. Tarcila
Teófilo Mattos e D. Tarcila
Tarcila, filha de Manoel Inácio Vieira e de Maria dos Prazeres Vieira, foi criada por sua tia Felicidade Vieira de Medeiros e Boanerges. (Agradecimentos a Elizabeth Mattos e Rogério Palma de Lima que nos forneceram a foto)
Cel. João Ribeiro
Cel. João Ribeiro
Foto do homenageado das praças principais de Lages e São Joaquim - SC
Marcos Baptista de Souza
Marcos Baptista de Souza
Secretário dos trabalhos da Fundação de São Joaquim
Família de Enedino Batista Ribeiro
Família de Enedino Batista Ribeiro
Enedino, Lídia e seus nove filhos: João e Ernani (sentados), Selva, Iponá, Yolita, Enedino Ribeiro Filho, Ismênia, Gleci e Yara
Rodovia Enedino Batista Ribeiro
Rodovia Enedino Batista Ribeiro
SC 438, entre Lages e São Joaquim
Foto Antiga das Famílias Palma e Ribeiro
Foto Antiga das Famílias Palma e Ribeiro
Foto tirada me 1950, num churrasco de fogo de chão oferecido pelo pecuarista Olavo Palma Ribeiro posam para o registro fotográfico à espera da comilança (Diário Catarinense de 24/06/2008)
Foto do Casal João da Silva Ribeiro Junior e Ismênia Batista de Souza
Foto do Casal João da Silva Ribeiro Junior e Ismênia Batista de Souza
João da Silva Ribeiro Junior (1819-1894) e Ismênia Batistas de Souza (1831-1912), casados em 17/05/1845, em Lages. Donos da Fazenda São João de Pelotas.
Casa de Pedra
Casa de Pedra
Casa localizada na Fazenda do Socorro, Bom Jardim da Serra, primeira propriedade da família Souza na Costa da Serra, desde 1775. Hoje pertence a família de Manoel Cecílio Ribeiro Martins.
Cemitério da Fazenda do Socorro
Cemitério da Fazenda do Socorro
Segundo a crônica familiar, nele está enterrado Matheos José de Souza (1737-1820) fundador da família Souza na serra catarinense.
Marco na Fazendo do Socorro
Marco na Fazendo do Socorro
Taipas da Fazenda do Pelotas
Taipas da Fazenda do Pelotas
Fazenda do Pelotas, pertencente desde meados do século XVIII à Manoel da Silva Ribeiro e seus descendentes
quinta-feira, 22 de maio de 2014
nome Ismênia (Esmênia)
O nome Ismênia (ou sua variante Esmênia) perpassa a trajetória das famílias Palma, Ribeiro e Souza, tendo se tornado comum na Serra Catarinense, motivo pelo qual resolvemos resgatar sua história. Tem origem no mito de Édipo Rei e dá nome a uma planta, na botânica. A matéria se dividirá em duas postagens, sendo que a primeira apresentará a história do nome na família, seu significado na botânica e algumas curiosidades relacionadas ao nome. A segunda, abordará a relação do nome “Ismênia” com o referido mito grego.
Na Serra Catarinense, o nome “Ismênia” muitas vezes foi dado em homenagem à madrinha de uma menina. Assim, aconteceu, por exemplo, com a ancestral da família Palma, Ismênia Pereira Machado, conhecida como “Ismênia Palma”, cujo nome, segundo a crônica familiar, lhe foi dado em homenagem a Ismênia Baptista Ribeiro, esposa do Coronel João da Silva Ribeiro, que era sua madrinha. O nome foi dado também, possivelmente, em homenagem a sua avó paterna Ismênia Muniz de Saldanha (D. Yayá), esposa de Antônio Caetano da Silva Machado.
O nome “Ismênia”, nas demais regiões do país é dado ocasionalmente, e não como uma “tradição” familiar, como ocorre na Família Palma, por exemplo. Assim, “Ismênia Palma” também foi homenageada após seu falecimento, pois cinco de suas netas, que nasceram por volta de 1934, receberam o nome “Ismênia” em sua lembrança.
1ª Comunhão dos seguintes primos:
Embaixo, da esquerda para a direita: Vidal Cândido Neto, Celuta Cândido Camargo e Ismênia Palma Bleyer (filhos de Cândida Palma Cândido e Prudente Candido da Silva) e Zulmira de Souza Luenemberg, “Zulmirinha”, (filha de Anna Palma, “Tia Sinhana”, e Fredolino do Amaral e Souza, “Tio Fredo”). Em cima, da esquerda para a direita: Jovina Márcia Palma (filha de Caetano Palma e Jurema Hugen Palma), Ismênia Ribeiro Schneider, “Menoka”, (filha de Lydia Palma e Enedino Batista Ribeiro) e Maria Esmênia Palma (filha de Caetano Palma e Jurema Hugen Palma).
Todas essas Ismênias nasceram por volta do ano de 1934, quando faleceu sua avó Ismênia Pereira Machado (Ismênia Palma), de quem, em homenagem, receberam o nome.
Na botânica, o nome ismênia (Clitoria ternatea) diz respeito a uma planta trepadeira da família das leguminosas, cultivada em vários países como ornamental, de folíolos ovais, flores azuis e vagens lineares e achatadas. As raízes e sementes apresentam propriedades medicinais e as flores fornecem tinta azul (HOUAISS; VILLAR, 2001[[i]]).
Na medicina tradicional indiana, a planta ismênia, mais conhecida como Clitoria ternatea, é utilizada para melhorar as funções cognitivas, como a memória, e também como anti-stress, antidepressivo, ansiolítico, tranquilizante e agente sedativo (MUKHERJEE et al, 2008[[ii]]).
Ismênia (Clitoria ternatea).
Ismênia (Clitoria ternatea).
Além disso, destacamos algumas personagens com o nome de Ismênia na literatura brasileira. Assim, no livro de Lima Barreto, Triste Fim de Policarpo Quaresma, Ismênia era vizinha de Quaresma, e estava noiva há cinco anos. Quando o casamento é marcado, seu noivo desaparece. A jovem menina fica tão triste, que acaba adoecendo, psíquica e fisicamente. Ismênia falece e é enterrada com um vestido de noiva, como era seu desejo[[iii]].
Já o escritor paranaense Dalton Trevisan escreveu um conto denominado “Ismênia, moça donzela”, publicado no livro Morte na praça (1964). O conto “narra, por meio de nove cartas, o relacionamento erótico-comercial da missivista, Ismênia, com o Dr. Antônio, o destinatário. [...] Acompanhando a sequência de cartas, ficamos sabendo que foi Ismênia quem se ofereceu ao Dr. Antônio, declarando-se apaixonada e enfatizando, na primeira carta, a sua condição de “moça donzela” - selo de qualidade e chamariz publicitário do produto que oferece ao futuro amante. Depois que Antônio mordeu a isca, Ismênia começou a lhe pedir dinheiro tão logo reafirmava, nas cartas, o seu amor e a sua fidelidade. Com o recuo do amante, ela insiste na estratégia, expondo o que alega ser a sua má condição financeira e, simultaneamente, enfatizando seu amor pelo ex-amante. O expediente dura até o momento em que descobre que Antônio está de caso com uma outra mulher, também casada como ele, e, ao que sugere o texto, ele passa a se recusar a dar o dinheiro que, mesmo após o término do caso, continuara enviando pelo mensageiro das missivas” (FRANCO JUNIOR, 2002[[iv]], p. 72).
Além da literatura, destacamos duas atrizes importantes que, sendo avó e neta, tinham o mesmo nome: Ismênia dos Santos. A avó nasceu na Bahia em 21 de novembro de 1840, e se mudou para o Rio em 1865 com o marido Augusto dos Santos, também ator. Ismênia foi atriz de teatro, e mais tarde empresária teatral. Lembrada por declamar poemas abolicionistas e se inspirar nas notícias sobre os teatros de Paris para compor novas peças[[v]].
A neta Ismênia nasceu na cidade de Campos, no Estado do Rio de Janeiro, no dia 19 de março de 1910. Iniciou a carreira no teatro e, mais tarde, foi convidada a trabalhar na Rádio Clube, interpretando cenas radiofônicas. Depois trabalhou também na Philipps e em outras transmissoras[[vi]].
Apesar dessas constatações, o nome Ismênia não costuma ser um nome muito comum na maior parte do Brasil. Mas, surpreende a quantidade de “Ismênias” na região serrana de Santa Catarina e também do Rio Grande do Sul. Assim, apresentamos uma lista das Ismênias/Esmênias de que temos conhecimento até o momento [[vii]]:
1. Anna Maria Esmenia da Silva, c.c. Francisco José Machado de Vasconcelos. São os pais de Antonio Caetano da Silva Machado (1788 - 05/09/1864).
2. Ismênia Maria Gomes (nasc. 1782), filha de Francisco Bernardes da Silva (nasc. 22/09/1757) e de Antonia Maria Gomes (nasc. 1758).
Casada com Francisco Gomes da Fonseca (nasc. 1774). Ismênia Maria é, portanto, neta paterna de Manoel da Silva Ribeiro e de Maria Bernardes do Espírito Santo.
3. Esmênia (Ismênia) Muniz de Saldanha (I) (1803 – 30/08/1888), “D. Yayá”, filha de Ignácio da Silva Ribeiro (01/01/1770 - 07/01/1858) e de Anna Muniz de Saldanha (1777 - 08/04/1842).
C.c. Antônio Caetano da Silva Machado. Esmênia e Antônio Caetano são pais de Leonel Caetano da Silva Machado, marido de Florinda Pereira Machado.
Fazenda da Divisa, Urupema.
4. Esmênia Batista de Souza (03/11/1831 - 01/09/1912), filha de João Batista de Souza, “Inholo”, e de Maria Gonçalves do Espírito Santo.
C.c. João da Silva Ribeiro Júnior (29/03/1819 - 10/05/1894), filho de João da Silva Ribeiro (Sênior) (23/06/1787 - 12/05/1873) e de Maria Benta de Souza (1790 - 1857).
5. Esmênia da Silva Muniz (Saldanha) (1832 - 05/05/1901), filha de Fermino da Silva Ribeiro (nasc. 06/08/1797) e de Luiza Gomes da Silva.
C.c. Manoel José Pereira de Medeiros (1833 - 22/08/1900), filho de Francisco Pereira da Cunha Medeiros e de Isabel Joaquina de Jesus.
Fermino da Silva Ribeiro é filho de Pedro da Silva Ribeiro e, portanto, neto de Manoel da Silva Ribeiro.
6. Esmênia Benta Rodrigues, filha de Pedro José Ribeiro e de Jacintha Maria Saldanha (01/01/1815 - 13/08/1866). Pedro José Ribeiro é filho de João da Silva Ribeiro (Sênior) (23/06/1787 - 12/05/1873) e Maria Benta de Souza (1790 - 1857).
Esmênia casou-se com Polycarpo Rodrigues, filho de Manoel Bento Rodrigues Nunes (1780 - 23/05/1890) e de Felisbina Maria de Saldanha (de Souza) (28/03/1812 - 18/06/1888) [filha de João Sênior e Maria Benta].
7. Esmênia Ribeiro Rodrigues (1840 – 1888), filha de Pedro José e Jacintha Maria de Saldanha. C.c. Polycarpo José Rodrigues Nunes, filho de Manoel Bento Rodrigues Nunes (de D. Pedrito, RS) e de Felisbina Maria de Saldanha (Filha de João “Sênior” e Maria Benta).
Fazenda: da Maçã (em Bom Jardim).
8. Esmênia Muniz de Saldanha (II) (1857 - 20/05/1897), filha de Antonio Caetano da Silva Machado (1788 - 05/09/1864) e de Esmênia Muniz de Saldanha (06/07/1805 - 31/08/1888). C.c. João Luiz Vieira Júnior, filho de João Luiz Vieira e de Anna Domingues.
9. Esmenia Felicidade de Souza, filha de Ignácio Rodrigues de Souza e de Felicidade Muniz de Saldanha. Esta, por sua vez, é filha de Antonio Caetano da Silva Machado e de Esmenia Muniz de Saldanha.
Ignácio é filho de Manoel Rodrigues de Souza (21/09/1796 - 18/09/1868) [c.c. Anna Maria de Lima] e, portanto, neto de Matheus José de Souza e Clara Maria de Athayde.
Esmenia Felicidade casou-se com Alípio Caetano Machado, filho de Antonio Caetano da Silva Machado Junior e de Anna Maria (Ribeiro de Souza) Saldanha (nasc. 17/05/1860).
10. Esmênia Pereira Machado, conhecida como “Ismênia Palma” (27/01/1869 - 16/09/1934), filha de Leonel Caetano da Silva Machado e de Florinda Pereira Machado.
Esmênia é figura central nesta pesquisa, ao se tornar a matriarca da Família Palma.
C.c. Ignácio da Silva Mattos, “Inácio Palma”.
Fazenda das Palmas.
11. Ismênia Batista de Souza (Esteves) (nasc. 1878), filha de Marcos Batista de Souza (09/08/1833 - 07/10/1906) e de Maria Rodrigues de Andrade, “Dona Marica”, (04/03/1843 - 14/01/1926). Ismênia casou-se com Manoel Ignácio da Silva Esteves (14/11/1872 - 14/08/1927), filho de Francisco da Silva Esteves e de Ignácia Jacintha Ribeiro (nasc. 11/11/1846).
Fazenda: Vista Alegre, atualmente Bom Jardim.
12. Esmênia Bernardina de Mello, filha de Diogo da Silva Muniz (falec. 28/09/1915, com 86 anos) e de Bernardina Maria de Mello.
Casada com Bento Borges de Mello.
Fazenda Bossoroca (Distrito de Painel, na Comarca de Lages).
13. Ismênia de Oliveira Waltrick, filha de Lourenço Theodoro José Waltrick e de Joaquina Henriques de Oliveira (nasc. 1852).
Casada com Heleodoro José Ribeiro (1868 - 12/03/1948), filho de José Pedro Ribeiro e de Amélia de Souza Machado.
14. Esmenia Trindade Branco (falec. 13/04/1881), filha de Maria Benta Ribeiro (nasc. 16/01/1858) e de Firmino José Trindade Branco (nasc. 1844). Esmenia faleceu criança.
Maria Benta é filha do Cel. João Ribeiro e de Esmênia Batista de Souza.
15. Esmênia Velho (nasc. 05/05/1887), filha de Ana Maria Baptista Ribeiro (nasc. 16/05/1859) e de Manoel Ignácio Velho. Casada com Alberto Maia.
Ana Maria B. Ribeiro é filha do Cel. João Ribeiro e de Esmênia Batista de Souza.
16. Ismênia Maria de Souza Oliveira (1888 - 15/11/1918), filha de Leonel José de Souza e de Maria Felicidade de Souza e Oliveira (1859 - 30/01/1908).
C.c. Manoel de Souza Costa (nasc. 1885), filho de Manoel da Costa Loreto e de Gertrudes de Souza Lima (17/11/1848 - 10/09/1927).
17. Esmênia Gomes da Silva e Sá (1888 - 26/06/1961), filha de Manoel Gomes da Silva e Sá e de Maria Thomázia Moraes e Sá.
Esmênia c.c. Manoel Gregório de Mattos (20/05/1882 - 27/10/1973), filho de José Zeferino de Mattos (1821 - 19/03/1913) e de Maria José de Souza (2ª esposa) (24/08/1858 - 26/12/1940).
18. Ismênia Maria de Souza Oliveira (1888 - 15/11/1918), filha de Leonel José de Souza e de Maria Felicidade de Souza e Oliveira (“Mariquinha de Oliveira”) (1859 - 30/01/1908).
Casada com Manoel de Souza Costa (nasc. 1885), filho de Manoel da Costa Loreto e de Gertrudes de Souza Lima (17/11/1848 - 10/09/1927). Gertrudes é filha de Polycarpo José (Rodrigues) de Souza e de Carlota Muniz de Saldanha (ou Carlota da Silva Muniz).
Maria Felicidade é filha do Tenente Coronel Manoel Saturnino de Souza e Oliveira (1839 - 03/07/1913) e de Felicidade Ribeiro Borges (1842 - 29/06/1920). Leonel José de Souza também é filho de Polycarpo José (Rodrigues) de Souza e de Carlota Muniz de Saldanha (ou Carlota da Silva Muniz).
19. Ismênia Batista Ribeiro Velho (nasc. 29/11/1891), filha de João Baptista De Souza Neto, “Batista Marcos” (29/09/1860 – 03/10/1912) e de Maria dos Prazeres Batista Ribeiro. Esta, filha do Cel. João Ribeiro e Ismênia Baptista de Souza.
Ismênia Batista Ribeiro Velho c. c. Antônio Inácio Velho (nasc. 26/10/1985), filho de Ignácio Manoel Velho, “Inacinho” e de Angelina Borges Vieira (esta, filha de Antonio Daniel Vieira e Emerentina Borges).
Ismênia teve seu nome dado à avenida principal da cidade de São José dos Ausentes, quando seu marido foi ali prefeito, por sua bondade para com os pobres.
Fazenda: Morro Chato, RS.
20. Esmênia Pereira de Souza, filha de Januário Pereira de Medeiros (nasc. 28/07/1860) e de Florisbella Pereira Machado (04/08/1865 - 01/01/1925). Esta, filha de Felicidade Muniz de Saldanha [filha de Antonio Caetano da Silva Machado] e de Ignácio Rodrigues de Souza.
Januário é filho de Manoel José Pereira de Medeiros (1833 - 22/08/1900) e de Esmênia da Silva Muniz (Saldanha) (1832 - 05/05/1901).
Esmênia casou-se com Vergilio Machado de Souza.
21. Ismênia (Batista) Ribeiro (nasc. 22/05/1894), falecida em criança, na Fazenda São João de Pelotas, São Joaquim. Filha de João Baptista Ribeiro de Souza (09/09/1860 - 12/08/1944) e de Cândida dos Prazeres de Souza (1871 - 17/09/1930).
22. Ismênia Palma Ribeiro (nasc. 12/03/1905), filha de Abel da Silva Ribeiro Rosa (1869 - 12/11/1950) e de Eulália Pereira da Silva (24/04/1887 - 15/12/1965).
C.c. Luciano Goulart Neto (16/12/1911 - 30/05/1982), filho de Firmino José Neto (Velho) (1871 - 20/08/1916) e de Maria Silveira Martins (nasc. 1877).
23. Ismênia Pereira Madalena (nasc. 04/03/1908), filha de Clarindo Fernandes Madalena e de Paulina Maria Pereira (nasc. 03/06/1889).
24. Ismênia Inácia da Silva (11/05/1913 - 10/05/1993), filha de Henrique Miguel e de Ignácia Rabello da Silva.
C.c. Manoel Inácio Antonio de Souza (20/11/1908 - 26/10/1977), filho de Antonio Aureliano Souza Oliveira (1874 - 28/05/1917) e de Ignácia Francisca Souza (1876 - 31/10/1948).
25. Esmênia Joaquina de Souza (nasc. 01/06/1924), filha de Polycarpo Leonel de Souza e de Joaquina Anália de Souza.
26. Esmênia Antunes de Souza (nasc. 07/08/1926), filha de Thomé José de Souza e de Anna Maria Antunes de Souza.
27. Ismênia, filha de Ademar de Souza Esteves (ou Esteves de Souza), “Mario Esteves” (19/09/1919 - 21/04/1997), e de Maria Cândida Vieira de Souza Esteves, “Doquinha” (nasc. 12/04/1919), filha de Antonio Vieira do Amaral e Olívia Ribeiro Vieira, “Vivi” (irmã de Enedino Ribeiro).
Fazenda Vista Alegre.
28. Ismênia Batista Ribeiro, faleceu aos oito meses. Filha de Sebastião Batista Ribeiro (ou de Souza) (nasc. 20/09/1897) e de Olga Martins Cassão (Ribeiro). Sebastião é filho de João Baptista de Souza Neto (“Batista Marcos”).
29. Ismênia Palma (de Souza Machado) (falec. 05/2005), filha de Fredolino do Amaral Souza (10/10/1893 - 29/11/1954) e de Anna Palma (Sinhana) (23/02/1898 - 20/08/1962).
C.c. Constâncio Amarante Machado (nasc. 02/11/1914).
30. Esmênia Mattos, filha de Joaquim Mattos (nasc. 04/04/1906) e de Otília Mattos. Joaquim é filho de Genovêncio da Silva Mattos (04/08/1863 - 13/02/1960) [filho de Joaquim das Palmas] e de Camila Nunes de Souza Borges (21/11/1870 - 13/11/1908).
31. Maria Esmênia Palma (07/10/1934 - 07/11/2014), filha de Caetano Palma (21/12/1907 - 30/06/1960) e de Jurema Hugen (nasc. 18/07/1916).
C.c. Levy Ignácio Pereira (nasc. 15/04/1936), filho de Constâncio Ignácio Pereira (nasc. 1906) e de Jovita Nunes.
32. Esmênia Oliveira Correa (nasc. 11/11/1934), filha de Umbelina Maria de Souza e Oliveira (nasc. 06/07/1899) e de Leonel José de Oliveira (nasc. 1889). Mora em São Joaquim.
33. Ismênia Ribeiro Schneider (nasc. 30/12/1934), “Menoka”, filha de Enedino Batista Ribeiro e Lydia Palma. C.c. Arno Leopoldo Schneider (11/03/1931 - 29/01/2015), filho de João Miguel Schneider e Amanda Lúcia Schneider.
34. Ismênia Palma (Bleyer) (nasc. 24/12/1935), filha de Prudente Candido da Silva (25/03/1906 - 30/08/1977) e de Cândida Palma Candido (09/06/1904 – 29/04/1953).
C.c. Milton Bleyer, filho de Filomena Mattos (nasc. 15/12/1903) e de Thássilo Neves Bleyer.
35. Ismênia de Souza Palma (ou Palma de Souza) ou Ismênia Palma Nunes (nome de casada) (nasc. 16/07/1937), filha de Otília Palma (28/05/1906 - 16/05/1981) e de Joaquim Tomaz de Souza (“Tio Quinzo”, 30/08/1908 – 02/11/1986).
C.c. Ninias Nunes Pereira (nasc. 01/11/1933), filho de Orgel Rodrigues Nunes (6/08/1909 - 03/09/1996) e de Anna Maria Pereira (Nunes) [primeira esposa] (09/07/1907 - 04/04/1939).
Em São Joaquim-SC, há uma rua que recebeu o nome de Ismênia Palma Nunes, em sua homenagem.
36. Maria Esmênia Ribeiro Gonçalves (nasc. 15/05/1945), filha de Aristilhano Waltrick Ribeiro (1905 – 1976) e Dolores Ortiz [segunda esposa]. Maria Esmênia c.c. Anibal Batista Gonçalves (nasc. 25/07/1943).
37. Ismênia Rodrigues Martignago (nasc. 11 de outubro), casada.
38. Ismênia Vieira (nasc. 3 de junho de 1958, Urubici). Atualmente reside em Florianópolis.
39. Ismênia de Souza Nunes, “Ismênia Nunes” (nasc. 29/12/1968, São Joaquim), filha de Sebastião Costa Nunes (nasc. 24/01/1942) e de Anézia Salomé de Souza Nunes (nasc. 02/04/1947). Sebastião é filho de Hilda Costa Nunes (07/11/1918 – 25/04/1995) [segunda esposa] e de Orgel Rodrigues Nunes (16/08/1909 – 03/09/1996), registrado incorretamente como Orgel Rodrigues Costa, por isto Sebastião e os filhos tiveram mudanças de nomes.
Ismênia teve um primeiro registro com o nome de “Ismênia Rodrigues” e depois “Ismênia de Souza Nunes”. Recebeu o nome em homenagem a Ismênia Palma Souza (ou de Souza Palma, ou Ismênia Palma Nunes [nome de casada]), c.c. Ninias Nunes Pereira (nasc. 01/11/1933), irmão de Sebastião Costa Nunes [pai de Ismênia Nunes][[viii]].
40. Ismênia Souza Arruda (nasc. 20/08/1970), filha de Ione Palma Souza Arruda e de Celio Pinto de Arruda (já falecido). Ione, por sua vez, é filha de Otília Palma (1906 - 1981) e de Joaquim Tomaz de Souza, "Tio Quinzo" (1908 - 1986).
Ismênia é professora.
Recebeu o nome também em homenagem a Ismênia de Souza Palma (ou de Souza Palma, ou Ismênia Palma Nunes [nome de casada]), c.c. Ninias Nunes Pereira (nasc. 01/11/1933).[ix]
Referências
[i] HOUAISS, Antônio; VILLAR, Mauro de Salles. Dicionário Houaiss de Língua Portuguesa. Elaborado no Instituto Antônio Houaiss de Lexicografia e Banco de Dados da Língua PortuguesaS/C Ltda. Rio de Janeiro:Objetiva, 2001, p.1655.
[ii] MUKHERJEE, Pulok K.; KUMAR, Venkatesan N.; KUMAR, Satheesh; HEINRICH, Micheal. The Ayurvedic medicine Clitoria ternatea—From traditional use to scientific assessment. Review Article. Journal of Ethnopharmacology, Volume 120, Issue 3, 8 December 2008, Pages 291-301.
[iii] Resumo do livro Triste Fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto. Disponível em: http://educacao.globo.com/literatura/assunto/resumos-de-livros/triste-fim-de-policarpo-quaresma.html
[iv] FRANCO JUNIOR, Arnaldo. Kitsch, repetição e desconstrução dos paradigmas modernistas no conto Ismênia, moça donzela, de Dalton Trevisan. Acta Scientiarum, Maringá, v. 24, n. 1, p. 071-079, 2002.
[v] Mitos do teatro brasileiro, Blog. Grandes Atrizes que o Brasil Esqueceu/Ismênia dos Santos, 2012. Disponível em: http://mitosdoteatrobrasileiro.blogspot.com.br/2012/11/grandes-atrizes-que-o-brasil.html.
[vi] Cifra Antiga, Blog. Ismênia dos Santos para os fãs do rádio, 2014. Disponível em: http://cifrantiga2.blogspot.com.br/2014/03/ismenia-dos-santos-para-os-fas-do-radio.html.
[vii]
[viii] Dados fornecidos por Ismênia Nunes e retirados de http://blogismenianunes.blogspot.com.br/2012/04/minha-historia-de-vida.html.
[ix] Dados fornecidos por Ismênia Nunes e por Ismênia Souza Arruda.
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