quinta-feira, 22 de maio de 2014

nome Ismênia (Esmênia)

O nome Ismênia (ou sua variante Esmênia) perpassa a trajetória das famílias Palma, Ribeiro e Souza, tendo se tornado comum na Serra Catarinense, motivo pelo qual resolvemos resgatar sua história. Tem origem no mito de Édipo Rei e dá nome a uma planta, na botânica. A matéria se dividirá em duas postagens, sendo que a primeira apresentará a história do nome na família, seu significado na botânica e algumas curiosidades relacionadas ao nome. A segunda, abordará a relação do nome “Ismênia” com o referido mito grego. Na Serra Catarinense, o nome “Ismênia” muitas vezes foi dado em homenagem à madrinha de uma menina. Assim, aconteceu, por exemplo, com a ancestral da família Palma, Ismênia Pereira Machado, conhecida como “Ismênia Palma”, cujo nome, segundo a crônica familiar, lhe foi dado em homenagem a Ismênia Baptista Ribeiro, esposa do Coronel João da Silva Ribeiro, que era sua madrinha. O nome foi dado também, possivelmente, em homenagem a sua avó paterna Ismênia Muniz de Saldanha (D. Yayá), esposa de Antônio Caetano da Silva Machado. O nome “Ismênia”, nas demais regiões do país é dado ocasionalmente, e não como uma “tradição” familiar, como ocorre na Família Palma, por exemplo. Assim, “Ismênia Palma” também foi homenageada após seu falecimento, pois cinco de suas netas, que nasceram por volta de 1934, receberam o nome “Ismênia” em sua lembrança. 1ª Comunhão dos seguintes primos: Embaixo, da esquerda para a direita: Vidal Cândido Neto, Celuta Cândido Camargo e Ismênia Palma Bleyer (filhos de Cândida Palma Cândido e Prudente Candido da Silva) e Zulmira de Souza Luenemberg, “Zulmirinha”, (filha de Anna Palma, “Tia Sinhana”, e Fredolino do Amaral e Souza, “Tio Fredo”). Em cima, da esquerda para a direita: Jovina Márcia Palma (filha de Caetano Palma e Jurema Hugen Palma), Ismênia Ribeiro Schneider, “Menoka”, (filha de Lydia Palma e Enedino Batista Ribeiro) e Maria Esmênia Palma (filha de Caetano Palma e Jurema Hugen Palma). Todas essas Ismênias nasceram por volta do ano de 1934, quando faleceu sua avó Ismênia Pereira Machado (Ismênia Palma), de quem, em homenagem, receberam o nome. Na botânica, o nome ismênia (Clitoria ternatea) diz respeito a uma planta trepadeira da família das leguminosas, cultivada em vários países como ornamental, de folíolos ovais, flores azuis e vagens lineares e achatadas. As raízes e sementes apresentam propriedades medicinais e as flores fornecem tinta azul (HOUAISS; VILLAR, 2001[[i]]). Na medicina tradicional indiana, a planta ismênia, mais conhecida como Clitoria ternatea, é utilizada para melhorar as funções cognitivas, como a memória, e também como anti-stress, antidepressivo, ansiolítico, tranquilizante e agente sedativo (MUKHERJEE et al, 2008[[ii]]). Ismênia (Clitoria ternatea). Ismênia (Clitoria ternatea). Além disso, destacamos algumas personagens com o nome de Ismênia na literatura brasileira. Assim, no livro de Lima Barreto, Triste Fim de Policarpo Quaresma, Ismênia era vizinha de Quaresma, e estava noiva há cinco anos. Quando o casamento é marcado, seu noivo desaparece. A jovem menina fica tão triste, que acaba adoecendo, psíquica e fisicamente. Ismênia falece e é enterrada com um vestido de noiva, como era seu desejo[[iii]]. Já o escritor paranaense Dalton Trevisan escreveu um conto denominado “Ismênia, moça donzela”, publicado no livro Morte na praça (1964). O conto “narra, por meio de nove cartas, o relacionamento erótico-comercial da missivista, Ismênia, com o Dr. Antônio, o destinatário. [...] Acompanhando a sequência de cartas, ficamos sabendo que foi Ismênia quem se ofereceu ao Dr. Antônio, declarando-se apaixonada e enfatizando, na primeira carta, a sua condição de “moça donzela” - selo de qualidade e chamariz publicitário do produto que oferece ao futuro amante. Depois que Antônio mordeu a isca, Ismênia começou a lhe pedir dinheiro tão logo reafirmava, nas cartas, o seu amor e a sua fidelidade. Com o recuo do amante, ela insiste na estratégia, expondo o que alega ser a sua má condição financeira e, simultaneamente, enfatizando seu amor pelo ex-amante. O expediente dura até o momento em que descobre que Antônio está de caso com uma outra mulher, também casada como ele, e, ao que sugere o texto, ele passa a se recusar a dar o dinheiro que, mesmo após o término do caso, continuara enviando pelo mensageiro das missivas” (FRANCO JUNIOR, 2002[[iv]], p. 72). Além da literatura, destacamos duas atrizes importantes que, sendo avó e neta, tinham o mesmo nome: Ismênia dos Santos. A avó nasceu na Bahia em 21 de novembro de 1840, e se mudou para o Rio em 1865 com o marido Augusto dos Santos, também ator. Ismênia foi atriz de teatro, e mais tarde empresária teatral. Lembrada por declamar poemas abolicionistas e se inspirar nas notícias sobre os teatros de Paris para compor novas peças[[v]]. A neta Ismênia nasceu na cidade de Campos, no Estado do Rio de Janeiro, no dia 19 de março de 1910. Iniciou a carreira no teatro e, mais tarde, foi convidada a trabalhar na Rádio Clube, interpretando cenas radiofônicas. Depois trabalhou também na Philipps e em outras transmissoras[[vi]]. Apesar dessas constatações, o nome Ismênia não costuma ser um nome muito comum na maior parte do Brasil. Mas, surpreende a quantidade de “Ismênias” na região serrana de Santa Catarina e também do Rio Grande do Sul. Assim, apresentamos uma lista das Ismênias/Esmênias de que temos conhecimento até o momento [[vii]]: 1. Anna Maria Esmenia da Silva, c.c. Francisco José Machado de Vasconcelos. São os pais de Antonio Caetano da Silva Machado (1788 - 05/09/1864). 2. Ismênia Maria Gomes (nasc. 1782), filha de Francisco Bernardes da Silva (nasc. 22/09/1757) e de Antonia Maria Gomes (nasc. 1758). Casada com Francisco Gomes da Fonseca (nasc. 1774). Ismênia Maria é, portanto, neta paterna de Manoel da Silva Ribeiro e de Maria Bernardes do Espírito Santo. 3. Esmênia (Ismênia) Muniz de Saldanha (I) (1803 – 30/08/1888), “D. Yayá”, filha de Ignácio da Silva Ribeiro (01/01/1770 - 07/01/1858) e de Anna Muniz de Saldanha (1777 - 08/04/1842). C.c. Antônio Caetano da Silva Machado. Esmênia e Antônio Caetano são pais de Leonel Caetano da Silva Machado, marido de Florinda Pereira Machado. Fazenda da Divisa, Urupema. 4. Esmênia Batista de Souza (03/11/1831 - 01/09/1912), filha de João Batista de Souza, “Inholo”, e de Maria Gonçalves do Espírito Santo. C.c. João da Silva Ribeiro Júnior (29/03/1819 - 10/05/1894), filho de João da Silva Ribeiro (Sênior) (23/06/1787 - 12/05/1873) e de Maria Benta de Souza (1790 - 1857). 5. Esmênia da Silva Muniz (Saldanha) (1832 - 05/05/1901), filha de Fermino da Silva Ribeiro (nasc. 06/08/1797) e de Luiza Gomes da Silva. C.c. Manoel José Pereira de Medeiros (1833 - 22/08/1900), filho de Francisco Pereira da Cunha Medeiros e de Isabel Joaquina de Jesus. Fermino da Silva Ribeiro é filho de Pedro da Silva Ribeiro e, portanto, neto de Manoel da Silva Ribeiro. 6. Esmênia Benta Rodrigues, filha de Pedro José Ribeiro e de Jacintha Maria Saldanha (01/01/1815 - 13/08/1866). Pedro José Ribeiro é filho de João da Silva Ribeiro (Sênior) (23/06/1787 - 12/05/1873) e Maria Benta de Souza (1790 - 1857). Esmênia casou-se com Polycarpo Rodrigues, filho de Manoel Bento Rodrigues Nunes (1780 - 23/05/1890) e de Felisbina Maria de Saldanha (de Souza) (28/03/1812 - 18/06/1888) [filha de João Sênior e Maria Benta]. 7. Esmênia Ribeiro Rodrigues (1840 – 1888), filha de Pedro José e Jacintha Maria de Saldanha. C.c. Polycarpo José Rodrigues Nunes, filho de Manoel Bento Rodrigues Nunes (de D. Pedrito, RS) e de Felisbina Maria de Saldanha (Filha de João “Sênior” e Maria Benta). Fazenda: da Maçã (em Bom Jardim). 8. Esmênia Muniz de Saldanha (II) (1857 - 20/05/1897), filha de Antonio Caetano da Silva Machado (1788 - 05/09/1864) e de Esmênia Muniz de Saldanha (06/07/1805 - 31/08/1888). C.c. João Luiz Vieira Júnior, filho de João Luiz Vieira e de Anna Domingues. 9. Esmenia Felicidade de Souza, filha de Ignácio Rodrigues de Souza e de Felicidade Muniz de Saldanha. Esta, por sua vez, é filha de Antonio Caetano da Silva Machado e de Esmenia Muniz de Saldanha. Ignácio é filho de Manoel Rodrigues de Souza (21/09/1796 - 18/09/1868) [c.c. Anna Maria de Lima] e, portanto, neto de Matheus José de Souza e Clara Maria de Athayde. Esmenia Felicidade casou-se com Alípio Caetano Machado, filho de Antonio Caetano da Silva Machado Junior e de Anna Maria (Ribeiro de Souza) Saldanha (nasc. 17/05/1860). 10. Esmênia Pereira Machado, conhecida como “Ismênia Palma” (27/01/1869 - 16/09/1934), filha de Leonel Caetano da Silva Machado e de Florinda Pereira Machado. Esmênia é figura central nesta pesquisa, ao se tornar a matriarca da Família Palma. C.c. Ignácio da Silva Mattos, “Inácio Palma”. Fazenda das Palmas. 11. Ismênia Batista de Souza (Esteves) (nasc. 1878), filha de Marcos Batista de Souza (09/08/1833 - 07/10/1906) e de Maria Rodrigues de Andrade, “Dona Marica”, (04/03/1843 - 14/01/1926). Ismênia casou-se com Manoel Ignácio da Silva Esteves (14/11/1872 - 14/08/1927), filho de Francisco da Silva Esteves e de Ignácia Jacintha Ribeiro (nasc. 11/11/1846). Fazenda: Vista Alegre, atualmente Bom Jardim. 12. Esmênia Bernardina de Mello, filha de Diogo da Silva Muniz (falec. 28/09/1915, com 86 anos) e de Bernardina Maria de Mello. Casada com Bento Borges de Mello. Fazenda Bossoroca (Distrito de Painel, na Comarca de Lages). 13. Ismênia de Oliveira Waltrick, filha de Lourenço Theodoro José Waltrick e de Joaquina Henriques de Oliveira (nasc. 1852). Casada com Heleodoro José Ribeiro (1868 - 12/03/1948), filho de José Pedro Ribeiro e de Amélia de Souza Machado. 14. Esmenia Trindade Branco (falec. 13/04/1881), filha de Maria Benta Ribeiro (nasc. 16/01/1858) e de Firmino José Trindade Branco (nasc. 1844). Esmenia faleceu criança. Maria Benta é filha do Cel. João Ribeiro e de Esmênia Batista de Souza. 15. Esmênia Velho (nasc. 05/05/1887), filha de Ana Maria Baptista Ribeiro (nasc. 16/05/1859) e de Manoel Ignácio Velho. Casada com Alberto Maia. Ana Maria B. Ribeiro é filha do Cel. João Ribeiro e de Esmênia Batista de Souza. 16. Ismênia Maria de Souza Oliveira (1888 - 15/11/1918), filha de Leonel José de Souza e de Maria Felicidade de Souza e Oliveira (1859 - 30/01/1908). C.c. Manoel de Souza Costa (nasc. 1885), filho de Manoel da Costa Loreto e de Gertrudes de Souza Lima (17/11/1848 - 10/09/1927). 17. Esmênia Gomes da Silva e Sá (1888 - 26/06/1961), filha de Manoel Gomes da Silva e Sá e de Maria Thomázia Moraes e Sá. Esmênia c.c. Manoel Gregório de Mattos (20/05/1882 - 27/10/1973), filho de José Zeferino de Mattos (1821 - 19/03/1913) e de Maria José de Souza (2ª esposa) (24/08/1858 - 26/12/1940). 18. Ismênia Maria de Souza Oliveira (1888 - 15/11/1918), filha de Leonel José de Souza e de Maria Felicidade de Souza e Oliveira (“Mariquinha de Oliveira”) (1859 - 30/01/1908). Casada com Manoel de Souza Costa (nasc. 1885), filho de Manoel da Costa Loreto e de Gertrudes de Souza Lima (17/11/1848 - 10/09/1927). Gertrudes é filha de Polycarpo José (Rodrigues) de Souza e de Carlota Muniz de Saldanha (ou Carlota da Silva Muniz). Maria Felicidade é filha do Tenente Coronel Manoel Saturnino de Souza e Oliveira (1839 - 03/07/1913) e de Felicidade Ribeiro Borges (1842 - 29/06/1920). Leonel José de Souza também é filho de Polycarpo José (Rodrigues) de Souza e de Carlota Muniz de Saldanha (ou Carlota da Silva Muniz). 19. Ismênia Batista Ribeiro Velho (nasc. 29/11/1891), filha de João Baptista De Souza Neto, “Batista Marcos” (29/09/1860 – 03/10/1912) e de Maria dos Prazeres Batista Ribeiro. Esta, filha do Cel. João Ribeiro e Ismênia Baptista de Souza. Ismênia Batista Ribeiro Velho c. c. Antônio Inácio Velho (nasc. 26/10/1985), filho de Ignácio Manoel Velho, “Inacinho” e de Angelina Borges Vieira (esta, filha de Antonio Daniel Vieira e Emerentina Borges). Ismênia teve seu nome dado à avenida principal da cidade de São José dos Ausentes, quando seu marido foi ali prefeito, por sua bondade para com os pobres. Fazenda: Morro Chato, RS. 20. Esmênia Pereira de Souza, filha de Januário Pereira de Medeiros (nasc. 28/07/1860) e de Florisbella Pereira Machado (04/08/1865 - 01/01/1925). Esta, filha de Felicidade Muniz de Saldanha [filha de Antonio Caetano da Silva Machado] e de Ignácio Rodrigues de Souza. Januário é filho de Manoel José Pereira de Medeiros (1833 - 22/08/1900) e de Esmênia da Silva Muniz (Saldanha) (1832 - 05/05/1901). Esmênia casou-se com Vergilio Machado de Souza. 21. Ismênia (Batista) Ribeiro (nasc. 22/05/1894), falecida em criança, na Fazenda São João de Pelotas, São Joaquim. Filha de João Baptista Ribeiro de Souza (09/09/1860 - 12/08/1944) e de Cândida dos Prazeres de Souza (1871 - 17/09/1930). 22. Ismênia Palma Ribeiro (nasc. 12/03/1905), filha de Abel da Silva Ribeiro Rosa (1869 - 12/11/1950) e de Eulália Pereira da Silva (24/04/1887 - 15/12/1965). C.c. Luciano Goulart Neto (16/12/1911 - 30/05/1982), filho de Firmino José Neto (Velho) (1871 - 20/08/1916) e de Maria Silveira Martins (nasc. 1877). 23. Ismênia Pereira Madalena (nasc. 04/03/1908), filha de Clarindo Fernandes Madalena e de Paulina Maria Pereira (nasc. 03/06/1889). 24. Ismênia Inácia da Silva (11/05/1913 - 10/05/1993), filha de Henrique Miguel e de Ignácia Rabello da Silva. C.c. Manoel Inácio Antonio de Souza (20/11/1908 - 26/10/1977), filho de Antonio Aureliano Souza Oliveira (1874 - 28/05/1917) e de Ignácia Francisca Souza (1876 - 31/10/1948). 25. Esmênia Joaquina de Souza (nasc. 01/06/1924), filha de Polycarpo Leonel de Souza e de Joaquina Anália de Souza. 26. Esmênia Antunes de Souza (nasc. 07/08/1926), filha de Thomé José de Souza e de Anna Maria Antunes de Souza. 27. Ismênia, filha de Ademar de Souza Esteves (ou Esteves de Souza), “Mario Esteves” (19/09/1919 - 21/04/1997), e de Maria Cândida Vieira de Souza Esteves, “Doquinha” (nasc. 12/04/1919), filha de Antonio Vieira do Amaral e Olívia Ribeiro Vieira, “Vivi” (irmã de Enedino Ribeiro). Fazenda Vista Alegre. 28. Ismênia Batista Ribeiro, faleceu aos oito meses. Filha de Sebastião Batista Ribeiro (ou de Souza) (nasc. 20/09/1897) e de Olga Martins Cassão (Ribeiro). Sebastião é filho de João Baptista de Souza Neto (“Batista Marcos”). 29. Ismênia Palma (de Souza Machado) (falec. 05/2005), filha de Fredolino do Amaral Souza (10/10/1893 - 29/11/1954) e de Anna Palma (Sinhana) (23/02/1898 - 20/08/1962). C.c. Constâncio Amarante Machado (nasc. 02/11/1914). 30. Esmênia Mattos, filha de Joaquim Mattos (nasc. 04/04/1906) e de Otília Mattos. Joaquim é filho de Genovêncio da Silva Mattos (04/08/1863 - 13/02/1960) [filho de Joaquim das Palmas] e de Camila Nunes de Souza Borges (21/11/1870 - 13/11/1908). 31. Maria Esmênia Palma (07/10/1934 - 07/11/2014), filha de Caetano Palma (21/12/1907 - 30/06/1960) e de Jurema Hugen (nasc. 18/07/1916). C.c. Levy Ignácio Pereira (nasc. 15/04/1936), filho de Constâncio Ignácio Pereira (nasc. 1906) e de Jovita Nunes. 32. Esmênia Oliveira Correa (nasc. 11/11/1934), filha de Umbelina Maria de Souza e Oliveira (nasc. 06/07/1899) e de Leonel José de Oliveira (nasc. 1889). Mora em São Joaquim. 33. Ismênia Ribeiro Schneider (nasc. 30/12/1934), “Menoka”, filha de Enedino Batista Ribeiro e Lydia Palma. C.c. Arno Leopoldo Schneider (11/03/1931 - 29/01/2015), filho de João Miguel Schneider e Amanda Lúcia Schneider. 34. Ismênia Palma (Bleyer) (nasc. 24/12/1935), filha de Prudente Candido da Silva (25/03/1906 - 30/08/1977) e de Cândida Palma Candido (09/06/1904 – 29/04/1953). C.c. Milton Bleyer, filho de Filomena Mattos (nasc. 15/12/1903) e de Thássilo Neves Bleyer. 35. Ismênia de Souza Palma (ou Palma de Souza) ou Ismênia Palma Nunes (nome de casada) (nasc. 16/07/1937), filha de Otília Palma (28/05/1906 - 16/05/1981) e de Joaquim Tomaz de Souza (“Tio Quinzo”, 30/08/1908 – 02/11/1986). C.c. Ninias Nunes Pereira (nasc. 01/11/1933), filho de Orgel Rodrigues Nunes (6/08/1909 - 03/09/1996) e de Anna Maria Pereira (Nunes) [primeira esposa] (09/07/1907 - 04/04/1939). Em São Joaquim-SC, há uma rua que recebeu o nome de Ismênia Palma Nunes, em sua homenagem. 36. Maria Esmênia Ribeiro Gonçalves (nasc. 15/05/1945), filha de Aristilhano Waltrick Ribeiro (1905 – 1976) e Dolores Ortiz [segunda esposa]. Maria Esmênia c.c. Anibal Batista Gonçalves (nasc. 25/07/1943). 37. Ismênia Rodrigues Martignago (nasc. 11 de outubro), casada. 38. Ismênia Vieira (nasc. 3 de junho de 1958, Urubici). Atualmente reside em Florianópolis. 39. Ismênia de Souza Nunes, “Ismênia Nunes” (nasc. 29/12/1968, São Joaquim), filha de Sebastião Costa Nunes (nasc. 24/01/1942) e de Anézia Salomé de Souza Nunes (nasc. 02/04/1947). Sebastião é filho de Hilda Costa Nunes (07/11/1918 – 25/04/1995) [segunda esposa] e de Orgel Rodrigues Nunes (16/08/1909 – 03/09/1996), registrado incorretamente como Orgel Rodrigues Costa, por isto Sebastião e os filhos tiveram mudanças de nomes. Ismênia teve um primeiro registro com o nome de “Ismênia Rodrigues” e depois “Ismênia de Souza Nunes”. Recebeu o nome em homenagem a Ismênia Palma Souza (ou de Souza Palma, ou Ismênia Palma Nunes [nome de casada]), c.c. Ninias Nunes Pereira (nasc. 01/11/1933), irmão de Sebastião Costa Nunes [pai de Ismênia Nunes][[viii]]. 40. Ismênia Souza Arruda (nasc. 20/08/1970), filha de Ione Palma Souza Arruda e de Celio Pinto de Arruda (já falecido). Ione, por sua vez, é filha de Otília Palma (1906 - 1981) e de Joaquim Tomaz de Souza, "Tio Quinzo" (1908 - 1986). Ismênia é professora. Recebeu o nome também em homenagem a Ismênia de Souza Palma (ou de Souza Palma, ou Ismênia Palma Nunes [nome de casada]), c.c. Ninias Nunes Pereira (nasc. 01/11/1933).[ix] Referências [i] HOUAISS, Antônio; VILLAR, Mauro de Salles. Dicionário Houaiss de Língua Portuguesa. Elaborado no Instituto Antônio Houaiss de Lexicografia e Banco de Dados da Língua PortuguesaS/C Ltda. Rio de Janeiro:Objetiva, 2001, p.1655. [ii] MUKHERJEE, Pulok K.; KUMAR, Venkatesan N.; KUMAR, Satheesh; HEINRICH, Micheal. The Ayurvedic medicine Clitoria ternatea—From traditional use to scientific assessment. Review Article. Journal of Ethnopharmacology, Volume 120, Issue 3, 8 December 2008, Pages 291-301. [iii] Resumo do livro Triste Fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto. Disponível em: http://educacao.globo.com/literatura/assunto/resumos-de-livros/triste-fim-de-policarpo-quaresma.html [iv] FRANCO JUNIOR, Arnaldo. Kitsch, repetição e desconstrução dos paradigmas modernistas no conto Ismênia, moça donzela, de Dalton Trevisan. Acta Scientiarum, Maringá, v. 24, n. 1, p. 071-079, 2002. [v] Mitos do teatro brasileiro, Blog. Grandes Atrizes que o Brasil Esqueceu/Ismênia dos Santos, 2012. Disponível em: http://mitosdoteatrobrasileiro.blogspot.com.br/2012/11/grandes-atrizes-que-o-brasil.html. [vi] Cifra Antiga, Blog. Ismênia dos Santos para os fãs do rádio, 2014. Disponível em: http://cifrantiga2.blogspot.com.br/2014/03/ismenia-dos-santos-para-os-fas-do-radio.html. [vii] [viii] Dados fornecidos por Ismênia Nunes e retirados de http://blogismenianunes.blogspot.com.br/2012/04/minha-historia-de-vida.html. [ix] Dados fornecidos por Ismênia Nunes e por Ismênia Souza Arruda.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Projeto inédito de melhoramento genético da uva Piwi é desenvolvido com apoio da Fapesc

Desenvolver uma variedade de uva Piwi mais resistente a doenças e que se adeque em diferentes regiões catarinenses é o principal objetivo do projeto desenvolvido por pesquisadores das Estações Experimentais da Epagri em Videira, em São Joaquim e em Urussanga e dos campus de Curitibanos e Florianópolis da UFSC. O estudo, inédito no Brasil, é realizado desde 2014 e suas atividades contam com apoio do Governo do Estado, via Secretaria da Agricultura e da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc).Tendo observado esta pesquisa D.dalila e a neta MARGOT SONHARAM EM ADIQUIRIR ALGUMAS UNIDADES PARA FORMAR UMA PLANTACAO,POREM O SONHO ESTA NA INCUBADORA. Primeira pesquisa brasileira sobre o tema é desenvolvida pela Epagri e pela UFSC – Fotos: André Luiz Kulkamp de Souza/Epagri Videira Pela Fapesc, o projeto Avaliação vitivinícola de genótipos de videiras nas condições edafoclimáticas de Santa Catarina recebeu fomento a partir de 2014 até 2021, configurado em cinco etapas. A pesquisa também teve recursos do Fundo de Desenvolvimento da Vitivinicultura (Fundovitis), do Rio Grande do Sul. O estudo tem ainda a parceria do Institute for Grapevine Breeding Julius Kühn (Instituto para Melhoramento da Videira Julius Kühn), da Alemanha, e da Fondazione Edmund Mach (Fundação Edmund Mach), da Itália, que forneceram as variedades de uva Piwi para a avaliação, melhoramento e cruzamento genético que foi realizado em Santa Catarina. O gerente da Estação Experimental da Epagri em Videira e pesquisador do projeto, André Luiz Kulkamp de Souza, explica que Piwi é derivado do termo alemão “pilzwiderstandsfähigen”, que significa resistente a doenças fúngicas. Piwi caracteriza um grupo de variedades de uvas (brancas, rosas e tintas) obtidas nos últimos anos por meio de melhoramento genético, a partir de cruzamentos de variedades viníferas com espécies selvagens. “O grande diferencial é que elas apresentam grande porcentagem do genoma de variedades viníferas, ao ponto que em todo mundo são consideras vitis viniferas, ou seja, o vinho produzido é chamado vinho fino”, explica. O projeto começou em 2014 e, no ano seguinte, foram plantadas 11 variedades de uva Piwi, vindas da Alemanha e da Itália. Por meio do melhoramento genético feito em Santa Catarina, com cruzamento e retrocruzamento, atualmente, os pesquisadores trabalham com 40 variedades de Piwi. Para o estudo, foram escolhidos locais em Água Doce, Curitibanos, São Joaquim, Urussanga e Videira, que possuem diferentes altitudes e condições climáticas, com o objetivo de verificar o comportamento das videiras. Houve colheitas nas safras de 2017, 2018, 2019, 2020, 2021 e 2022. Segundo Souza, com o melhoramento genético realizado, conseguiu-se variedades da Piwi que se comportam de acordo com a realidade encontrada em Santa Catarina. “Conseguimos uvas mais resistentes a doenças e com isso, reduzimos ao menos pela metade o uso de agrotóxicos nas videiras. Isso mostra a possibilidade de viabilizar no futuro, uma produção orgânica com essas variedades”. Além disso, ele pontua que a uva Piwi tem potencial vinífero, com variedades com as quais podem ser feitos além de vinhos, espumantes. “Com a resistência a doenças e alta qualidade enológica, podemos produzir vinhos finos com redução de custos e impacto ambiental menor”, afirma o gerente da Estação Experimental da Epagri em Videira. As 40 variedades da Piwi são avaliadas nos cinco municípios em que são cultivadas e todas elas são vinificadas na Epagri em Videira. E os pesquisadores já identificaram que as uvas plantadas em regiões mais altas de Santa Catarina, fornecem vinhos mais florais e neutros. Já em regiões com altitudes mais baixas, os vinhos são mais frutados. Segundo Souza, as duas variedades que se destacaram foram Calardis Blanc e Felicia, duas variedades brancas com alto potencial produtivo e enológico. O pesquisador conta que em 2023 a linha de pesquisa continua ativa, inclusive com novos parceiros internacionais e que as mudas de Calardis Blanc e Felicia começaram a ser comercializadas por dois viveiros catarinenses credenciados. Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de SC Milena Nandi | milena.nandi@fapesc.sc.gov.br Telefone: (49) 98878-7828

sábado, 15 de março de 2014

enologia

Cada vez mais os amantes do bom vinho tem motivos para se encantarem com o vinho fino brasileiro, que vive seu melhor momento de produção com qualidade. Mas também vive um período de altíssima competitividade com os vinhos importados, onde vem amargando uma queda de participação no mercado nacional em relação aos estrangeiros. Algumas estratégias vem sendo adotadas para enfrentar a concorrência, como a criação de selos de qualidade, a descentralização da Serra Gaúcha, com o surgimento de novas áreas vitivinícolas como a Campanha Gaúcha (RS), Vale do S. Francisco(PE), Vale do São Joaquim(SC); e em menos de uma década estaremos revertendo a preocupante queda em relaçao ao consumo dos importados, que se beneficiam com a queda do dólar, chegando ao nosso mercado com preços muito competitivos. Saimos de uma liderança de 65,9% do consumo interno em 1996 para pífios 26% registrados em 2007. Para enfrentarmos a concorrência é urgente que a vitivinicultura brasileira dê um passo a frente e seus empresários mudem o foco de investimento da área de produção para a divulgação. Precisamos investir em campanhas de marketing, promover nossas marcas e suplantar de uma vez por todas a imagem de baixa qualidade de nossos vinhos construída nos últimos anos. O desafio hoje é internacionalizar o vinho brasileiro, liderado segundo a Organização Internacional do Vinho, pela Austrála, que assim como o Brasil há 20 anos não representavam nada para o mercado internacional, provando que está em curso uma nova geografia da produção e consumo do vinho. O chamado "trio de ferro"( França, Espanha, Itália), vem perdendo participação em detrimento do avanço dos novos mercados. Brindamos ontem, 30 de agosto, no magnífico Costão do Santinho, essa nova fase do vinho nacional, com a presença da maioria dos produtores do sul do país, onde reverenciamos Baco em alto estilo! O Sabor das Ervas fechou a noite num delicioso jantar oferecido pelo restaurante do Resort, estrelado pelo jovem chef Rogério Theobald e o Sommelier Alberto Carlos Wirth, que nos proporcionaram um final de evento recheado de surpresas gastronômicas, que brindo meus queridos leitores com a receita de camarão e mel. A harmonização ficou por conta de um branco Peverella, da Salvati e Sirena, safra 2007 , produção única na América Latina, localizada no Caminho de Pedras - Bento Gonçalves - RS. Essa branca vinífera foi a primeira variedade vinda da Europa, Itália, e foi extinta em detrimento de outras variedades mais rentáveis economicamente. A palavra peverella significa pimenta que justifica o sabor encontrado no vinho levemente picante quando o sentimos na ponta da língua.

VINHO DAS DEUSAS

Nas últimas decadas, muito tem se falado em vinhos. No entanto, hoje eu gostaria de abordar sobre um tipo de vinho que costumeiramente não é muito comentado: o vinho de sobremesa. Como o próprio nome diz, são vinhos especialmente elaborados para acompanhar as sobremesas ou mesmo substituí-las. Também chamados vinhos doces, podem ser obtidos através de quatro processos, que definem as condições da uva para a fermentação. São eles: FORTIFICADA – O processo de fermentação é interrompido pela adição de álcool vínico ou aguardente vínico ao mosto, paralisando a ação das leveduras. Assim, tem-se um vinho com muito açúcar residual e alto teor alcoólico. Exemplo: Vinho do Porto; PASSIFICADAS OU DISSECADAS – Usam-se uvas desidratadas, em que a concentração de açúcar é intensa. A desidratação pode ocorrer no pé (colheita tardia) ou por secagem sob o sol. Exemplo: Vin Santo; BOTRITIZADAS – São uvas contaminadas pelo fungo Botrytis cinerea, que ataca a fruta, provocando o ressecamento, mas concentrando o açúcar. Exemplo: Sauternes; ICE WINE (ou EISWEIN) - Este vinho é feito com uvas perfeitamente maduras e com temperatura inferior a menos 6º C. Nesta condição, a água que se encontra no interior das bagas das uvas congela e o gelo é separado do suco rico em açúcar pelo processo de prensagem, ficando retido dentro da prensa pneumática juntamente com a casca, com as sementes e com o engaço. Este mosto é fermentado a 10ºC, por 60 dias e, em seguida, tem uma passagem por barricas de carvalho. A partir desta etapa, o enólogo irá verificar o melhor momento para engarrafar o vinho. O PRIMEIRO ICE WINE BRASILEIRO É CATARINENSE Este talvez seja um dos vinhos mais incríveis e apaixonantes do mundo, elaborado principalmente na Áustria, Norte da Itália, Alemanha e Canadá. E, a partir de agora, elaborado também no Brasil, mais especificamente em São Joaquim, na serra catarinense. O Ice Wine é também conhecido como vinho dos deuses, pois seu aroma, paladar e estrutura de boca são inexplicáveis. Ao falar sobre este vinho, a minha memória remete aos melhores aromas e às mais maravilhosas sensações sentidas quando tive a oportunidade de degustar um ICE WINE. Muito me orgulha que o Brasil agora tenha seu exemplar do vinho do gelo e, meu orgulho se amplia em razão deste vinho ser produzido na minha cidade natal: São Joaquim, que hoje é uma referência na produção de vinhos finos de altitude, como o Ice Wine, e não apenas lembrada no inverno em função do perfil turístico do município. Neste ano, a cidade foi palco de um acontecimento mágico: vinhedos totalmente congelados, profissionais altamente qualificados, e, principalmente, uma expressiva fé em acreditar neste maravilhoso fenômeno da natureza: a neve. A empresa que acredita no potencial da região serrana de Santa Catarina para a produção do Ice Wine nacional é a Vinícola Pericó, do Grupo Malwee, que ao longo dos anos investiu na produção de uvas viníferas e hoje colhe as boas safras deste esforço, sendo com certeza motivo de orgulho para nós, catarinenses. Vinho: um poderoso aliado para a sua saúde. O vinho é, sem dúvida, dentre todas as bebidas, a que mais favorece a manutenção da saúde. A ingestão do vinho regularmente e com moderação, junto às refeições, não tem contra-indicações, a não ser quando não é recomendado a pessoa a ingesta de bebidas alcoólicas. Em minhas palestras e cursos, muitas das perguntas recorrentes são a respeito dos benefícios do vinho na saúde. Sem dúvida este é um tema em discussão há bastante tempo. Por isto, vamos esclarecer de uma forma bem simples, para que você, leitor, consuma sem medo aquele vinho do qual tanto gosta, tendo assim uma vida mais longa e saudável. Tanto os vinhos tintos, quanto os brancos são benéficos à saúde. Os tintos são ricos em polifenóis (flavanóides e não-flavanóides), que agem nos índices de colesterol e contribuem para manter a saúde das artérias. Os polifenóis provêm das cascas e sementes da uva. Entre os benefícios desta variedade de vinho estão o aumento do HDL (colesterol bom ) e diminuição de LDL ( colesterol ruim ). Também apresentam uma poderosa ação antioxidante, através da presença do resveratrol em sua composição. Este é um poderoso polifenól que, além de retardar o envelhecimento das células pela ação dos radicais livres, protege os neurônios, tem ação antiinflamatória e combate tumores. As principais uvas que apresentam uma presença significativa de resveratrol são: Merlot, Cabernet Sauvignon, Malbec e Tannat. O vinho também atua como um eficaz regulador de pressão arterial. Isto deve-se à presença de potássio e ao baixo teor de sódio em sua composição. Além disso, contém outros elementos importantes ao organismo, como os sais minerais (cálcio, fósforo e zinco) e as vitaminas A, B, E, C. O vinho branco é um bom diurético. Seu conjunto de propriedades tem ação antidepressiva, relaxante e preventiva contra várias doenças. No decorrer de minha formação por várias vezes me vi fazendo uma pergunta que muito de vocês leitores já se questionaram: o que uma fruta tão pequena, de cores tão marcantes e de aromas tão misteriosos, tem de tão mágico. Espero ter ajudado a esclarecer estas dúvidas e com isso incentivar seu interesse pelo vinho, tanto pela leitura, quanto pelo consumo. Na mídia tem se comentado muito sobre as principais variedades de uvas que contem um maior índice de resveratrol ,e para ajudar vocês a escolherem um vinho que apresente estes componentes em maior concentração e torne este consumo muito agradável, irei indicar alguns vinhos ricos em resveratrol. O argentino ALTA VISTA PREMIUM Malbec e o Chileno LEÓN DE TARAPACÁ Cabernet Sauvignon, são as melhores indicações para consumo neste inverno e para sua saúde, lembrando que todas as variedades de vinho tem seus benefícios. Agora, é só degustar: tin, tin.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Construção de Marcas

Desenvolvimento de embalagens Rótulos e materiais. Rough, Layout e Arte FinalRough • Layout • Arte Final. • Construção de marcas, logotipos e logomarcas • Desenvolvimento de embalagens Rótulos e materiais. • Rough Pronuncia-se râf; significa rascunho.Esboço inicial no planejamento gráfico de qualquer trabalho a ser impresso. Rough, Layout e Arte Final • Layout Peça produzida artesanalmente para a visualização e interpretação de um projeto. Instrumento de depuração do próprio projeto, quando destinado ao cliente, deve simular, da melhor forma possível, o produto final • Arte-final Acabamento final de um trabalho de arte destinado à produção gráfica, com indicações referentes a áreas de cor, retículas, fotografias, ampliações, reduções, etc. Qualquer trabalho pronto para ser reproduzido• Identidade visual é o conjunto de elementos formais que representa visualmente, e de forma sistematizada, um nome, idéia, produto, empresa, instituição ou serviço. Esse conjunto de elementos costuma ter como base o logotipo, um símbolo visual e conjunto de cores. • A confecção de um logotipo ou de um símbolo visual capaz de representar a assinatura institucional da empresa deve ser estabelecido através de um documento técnico ao qual os designers nomearam de manual da identidade visual. Esse documento serve para estabelecer normas e critérios técnicos de reprodução da marca nos mais variados suportes existentes no atual estado da técnica como por exemplo: suportes gráficos(impressão) e suportes eletrônicos (interfaces). A imagem corporativa define como sendo uma empresa se parece como parece, ela é percebida, ao contrário da identidade corporativa que define quem a empresa é. • Uma analogia simples para entender esses conceitos é imaginar que a imagem corporativa é como uma tela em branco que as pessoas possuem em suas mentes em relação a uma determinada empresa com a qual ainda não tiveram contato. A imagem é o preenchimento dessa tela, como se fosse um quebra-cabeças. As pessoas vão construindo a imagem com peças que a própria empresa fornece. Se a empresa não sabe muito bem como é a tela original (a identidade), não consegue distribuir as peças corretas para preencher a tela na cabeça das pessoas (a imagem). Isso faz com que se forme uma imagem confusa, onde as peças não se encaixam. Assim, é difícil confiar na empresa e formar uma opinião favorável, pois não há clareza e nem coerência. A reputação da empresa fica prejudicada, pois não se consegue discernir os pontos determinantes para a tomada de decisão.6 Marcas, Logotipos e Logomarcas • A imagem corporativa define como sendo uma empresa se parece como parece, ela é percebida, ao contrário da identidade corporativa que define quem a empresa é. • Uma analogia simples para entender esses conceitos é imaginar que a imagem corporativa é como uma tela em branco que as pessoas possuem em suas mentes em relação a uma determinada empresa com a qual ainda não tiveram contato. A imagem é o preenchimento dessa tela, como se fosse um quebra-cabeças. As pessoas vão construindo a imagem com peças que a própria empresa fornece. Se a empresa não sabe muito bem como é a tela original (a identidade), não consegue distribuir as peças corretas para preencher a tela na cabeça das pessoas (a imagem). Isso faz com que se forme uma imagem confusa, onde as peças não se encaixam. Assim, é difícil confiar na empresa e formar uma opinião favorável, pois não há clareza e nem coerência. A reputação da empresa fica prejudicada, pois não se consegue discernir os pontos determinantes para a tomada de decisão. Marcas, Logotipos e Logomarcas • Marca é a representação simbólica de uma entidade, qualquer que ela seja, algo que permite identificá-la de um modo imediato como, por exemplo, um sinal de presença, uma simples pegada. Na teoria da comunicação, pode ser um signo, um símbolo ou um ícone. Uma simples palavra pode referir uma marca. • O termo é freqüentemente usado hoje em dia como referência a uma determinada empresa: um nome, marca verbal, imagens ou conceitos que distinguem o produto, serviço ou a própria empresa. Quando se fala em marca, é comum estar-se a referir, na maioria das vezes, a uma representação gráfica no âmbito e competência do designer gráfico, onde a marca pode ser representada graficamente por uma composição de um símbolo e/ ou logotipo, tanto individualmente quanto combinados. • No entanto, o conceito de marca é bem mais abrangente que a sua representação gráfica. Uma empresa através de seu nome fantasia e da sua representação gráfica - comunica a "promessa" de um produto, seu diferencial frente aos concorrentes que o faz especial e único. Busca-se associar às marcas uma personalidade ou uma imagem mental.Marketing e a Marca A marca é em essência uma promessa da empresa em fornecer uma série específica de atributos, benefícios e serviços uniformes aos compradores. Socorrendo-nos de novo a Kotler, a garantia de qualidade vem junto com as melhores marcas, mas uma marca é um símbolo mais complexo, podendo trazer até seis níveis de significados: Atributos: a marca tem o poder de trazer a mente certos atributos. Benefícios: estes são traduzidos em benefícios funcionais e emocionais. Valores: a marca também transmite os valores da empresa. Cultura: a marca tem o poder de representar certa cultura. Personalidade: a marca pode projetar certa personalidade. Usuário: a marca sugere o tipo de consumidor que pode usar determinado produto.Criação de Valor para o Consumidor • A marca é um contrato. A marca diminui o risco que o consumidor corre ao adquirir o produto. Garante um nível de performance, independentemente da forma de distribuição. • A marca identifica. Numa oferta com produtos muitas vezes indiferenciáveis a marca facilita o reconhecimento e favorece a fidelidade. Como exemplo as bebidas alcoólicas, os televisores, os celulares e etc.• Criação de Valor para a Empresa • A marca tem valor comercial. A marca é um ativo negociável, quer pela venda da marca, quer pelo aluguer ou licenciamento da marca. A marca forte permite preços mais altos (price premium ou acréscimo de preço suportado pela marca). • Entre um Citizen e um Cartier, a diferença de preço, para igual qualidade técnica, pode ser de várias centenas de euros. A marca tem valor institucional ou “corporate”. • A marca pode desenvolver um poderoso sentimento de pertença entre os colaboradores de uma empresa. Uma marca forte tem uma influência forte na comunicação financeira. Isso explica, entre outras coisas, que alguns grupos mudem • A marca diferencia. Ela valoriza aquele que a usa ou a consome. Ela transmite a sua identidade as pessoas. Para as compras de status social é essencial a mais-valia trazida pela marca. de nome para serem cotados na bolsa sob o nome da sua marca mais conhecida • Logotipo, refere-se à forma particular como o nome da marca é representado graficamente, pela escolha ou desenho de uma tipografia específica. • É um dos elementos gráficos de composição de uma marca, algumas vezes é o único, tornando-se a principal representação gráfica da mesma. A expressão costuma ser confundida com o neologismo logomarca, cuja imprecisão e incorreção costumam ser questionados pelos designers e estudiosos do design gráfico. • Logotipo é uma assinatura institucional, a representação gráfica da marca. Por isso ela deverá aparecer em todas as peças gráficas feitas para a empresa. Como toda assinatura, o logotipo precisa seguir um padrão visual que a torna reconhecida onde quer que ela seja estampada. • Usar corretamente o logotipo é uma das ações obrigatórias para o reforço da image e da personalidade da empresa.• Logomarca é um neologismo usado de forma empírica e genérica, para designar logotipo, símbolo ou marca, sem que haja consenso nem precisão absoluta ao que ele se refere, se apenas ao símbolo, ao logotipo ou ao sinal misto (combinação de ambos). O seu uso está popularizado no Brasil e o termo consta do dicionário Aurélio e é considerado correto pela Lingüística. No entanto, o termo é visto como inadequado por diversos designers por não possuir a necessária precisão. • Existe uma discussão sobre o uso do termo Logormarca. Ele não define se trabalha a imagem (logotipo) , símbolo ou a marca em si.Entrega exercício Logotipo AtualCard • Rough • Layout • Arte Final. • Construção de marcas, logotipos e logomarcas • Desenvolvimento de embalagens • Rótulos e materiais. Os xampus são geralmente acondicionados em embalagens de vidro ou de plástico. Nos últimos 20 anos ocorreram apenas duas inovações significativas em relação às embalagens de xampus: mudança de matéria-prima de vidro para plástico e, mudanças nas tampas que evoluíram do sistema de rosca para o de encaixe, possibilitando melhor vedação e menores riscos de derramamento do produto. Nas empresas contatadas, os fatores relacionados a embalagem, considerados importantes na diferenciação dos seus produtos foram indicados sem muita precisão e, podem ser agrupados como segue: • empresa A - o design é visto como o elemento diferenciador. Apresenta como pontos importantes a matéria-prima utilizada, o lacre de inviolabilidade, a funcionabilidade e a praticidade da embalagem. • empresa B - apontou a qualidade e o design estético como os principais fatores diferenciadores das suas embalagens. • empresa C - destacou a qualidade, personalidade, sofisticação e modernidade suas embalagens.Nessas três empresas, os projetos de desenvolvimento de embalagens são feitos tanto internamente como externamente. Na empresa A, uma multinacional, 60% dos projetos são realizados internamente (em geral, fora do País) e, 40% são comprados de outras empresas. Produz as chamadas embalagens globais, desenvolvidas simultaneamente em vários países, de acordo com especificações de designers internacionais, e as linhas "uniques", específicas para o Brasil. Em média, entre moldes, design e desenvolvimento, uma linha de produtos desta empresa consome cerca de US$ 1,5 milhão em embalagens. No início desta década esta empresa, após um processo de unificação e reestruturação incorporou a atividade de design de embalagem ao Departamento de Engenharia.14/5/2010 1 A6 Construção de Marcas Desenvolvimento de embalagens Rótulos e materiais. Rough, Layout e Arte Final. 14/5/2010 2 PROXIMA AULA - ENTREGA Individual. Acessar o site www.atualcard.com.br Seu trabalho é fazer um novo logotipo Para a empresa. É necessário explicar suas escolhas de fontes, cores, formas e estética. 14/5/2010 3 Plano de Vôo • Entrega exercício Logotipo AtualCard • Rough • Layout • Arte Final. • Construção de marcas, logotipos e logomarcas • Desenvolvimento de embalagens • Rótulos e materiais. Rough, Layout e Arte Final • Rough Pronuncia-se râf; significa rascunho.Esboço inicial no planejamento gráfico de qualquer trabalho a ser impresso. 14/5/2010 4 Rough, Layout e Arte Final • Layout Peça produzida artesanalmente para a visualização e interpretação de um projeto. Instrumento de depuração do próprio projeto, quando destinado ao cliente, deve simular, da melhor forma possível, o produto final. Rough, Layout e Arte Final • Arte-final Acabamento final de um trabalho de arte destinado à produção gráfica, com indicações referentes a áreas de cor, retículas, fotografias, ampliações, reduções, etc. Qualquer trabalho pronto para ser reproduzido. 14/5/2010 5 Plano de Vôo • Entrega exercício Logotipo AtualCard • Rough • Layout • Arte Final. • Construção de marcas, logotipos e logomarcas • Desenvolvimento de embalagens • Rótulos e materiais. Marcas, Logotipos e Logomarcas • Identidade visual é o conjunto de elementos formais que representa visualmente, e de forma sistematizada, um nome, idéia, produto, empresa, instituição ou serviço. Esse conjunto de elementos costuma ter como base o logotipo, um símbolo visual e conjunto de cores. • A confecção de um logotipo ou de um símbolo visual capaz de representar a assinatura institucional da empresa deve ser estabelecido através de um documento técnico ao qual os designers nomearam de manual da identidade visual. Esse documento serve para estabelecer normas e critérios técnicos de reprodução da marca nos mais variados suportes existentes no atual estado da técnica como por exemplo: suportes gráficos (impressão) e suportes eletrônicos (interfaces). 14/5/2010 6 Marcas, Logotipos e Logomarcas • A imagem corporativa define como sendo uma empresa se parece como parece, ela é percebida, ao contrário da identidade corporativa que define quem a empresa é. • Uma analogia simples para entender esses conceitos é imaginar que a imagem corporativa é como uma tela em branco que as pessoas possuem em suas mentes em relação a uma determinada empresa com a qual ainda não tiveram contato. A imagem é o preenchimento dessa tela, como se fosse um quebra-cabeças. As pessoas vão construindo a imagem com peças que a própria empresa fornece. Se a empresa não sabe muito bem como é a tela original (a identidade), não consegue distribuir as peças corretas para preencher a tela na cabeça das pessoas (a imagem). Isso faz com que se forme uma imagem confusa, onde as peças não se encaixam. Assim, é difícil confiar na empresa e formar uma opinião favorável, pois não há clareza e nem coerência. A reputação da empresa fica prejudicada, pois não se consegue discernir os pontos determinantes para a tomada de decisão. Marcas, Logotipos e Logomarcas • Marca é a representação simbólica de uma entidade, qualquer que ela seja, algo que permite identificá-la de um modo imediato como, por exemplo, um sinal de presença, uma simples pegada. Na teoria da comunicação, pode ser um signo, um símbolo ou um ícone. Uma simples palavra pode referir uma marca. • O termo é freqüentemente usado hoje em dia como referência a uma determinada empresa: um nome, marca verbal, imagens ou conceitos que distinguem o produto, serviço ou a própria empresa. Quando se fala em marca, é comum estar-se a referir, na maioria das vezes, a uma representação gráfica no âmbito e competência do designer gráfico, onde a marca pode ser representada graficamente por uma composição de um símbolo e/ ou logotipo, tanto individualmente quanto combinados. • No entanto, o conceito de marca é bem mais abrangente que a sua representação gráfica. Uma empresa através de seu nome fantasia e da sua representação gráfica - comunica a "promessa" de um produto, seu diferencial frente aos concorrentes que o faz especial e único. Busca-se associar às marcas uma personalidade ou uma imagem mental. 14/5/2010 7 Marcas, Logotipos e Logomarcas • Marketing e a Marca A marca é em essência uma promessa da empresa em fornecer uma série específica de atributos, benefícios e serviços uniformes aos compradores. Socorrendo-nos de novo a Kotler, a garantia de qualidade vem junto com as melhores marcas, mas uma marca é um símbolo mais complexo, podendo trazer até seis níveis de significados: Atributos: a marca tem o poder de trazer a mente certos atributos. Benefícios: estes são traduzidos em benefícios funcionais e emocionais. Valores: a marca também transmite os valores da empresa. Cultura: a marca tem o poder de representar certa cultura. Personalidade: a marca pode projetar certa personalidade. Usuário: a marca sugere o tipo de consumidor que pode usar determinado produto. Marcas, Logotipos e Logomarcas • Criação de Valor para o Consumidor • A marca é um contrato. A marca diminui o risco que o consumidor corre ao adquirir o produto. Garante um nível de performance, independentemente da forma de distribuição. • A marca identifica. Numa oferta com produtos muitas vezes indiferenciáveis a marca facilita o reconhecimento e favorece a fidelidade. Como exemplo as bebidas alcoólicas, os televisores, os celulares e etc. • A marca diferencia. Ela valoriza aquele que a usa ou a consome. Ela transmite a sua identidade as pessoas. Para as compras de status social é essencial a mais-valia trazida pela marca. 14/5/2010 8 Marcas, Logotipos e Logomarcas • Criação de Valor para a Empresa • A marca tem valor comercial. A marca é um ativo negociável, quer pela venda da marca, quer pelo aluguer ou licenciamento da marca. A marca forte permite preços mais altos (price premium ou acréscimo de preço suportado pela marca). • Entre um Citizen e um Cartier, a diferença de preço, para igual qualidade técnica, pode ser de várias centenas de euros. A marca tem valor institucional ou “corporate”. • A marca pode desenvolver um poderoso sentimento de pertença entre os colaboradores de uma empresa. Uma marca forte tem uma influência forte na comunicação financeira. Isso explica, entre outras coisas, que alguns grupos mudem de nome para serem cotados na bolsa sob o nome da sua marca mais conhecida. Marcas, Logotipos e Logomarcas • Logotipo, refere-se à forma particular como o nome da marca é representado graficamente, pela escolha ou desenho de uma tipografia específica. • É um dos elementos gráficos de composição de uma marca, algumas vezes é o único, tornando-se a principal representação gráfica da mesma. A expressão costuma ser confundida com o neologismo logomarca, cuja imprecisão e incorreção costumam ser questionados pelos designers e estudiosos do design gráfico. • Logotipo é uma assinatura institucional, a representação gráfica da marca. Por isso ela deverá aparecer em todas as peças gráficas feitas para a empresa. Como toda assinatura, o logotipo precisa seguir um padrão visual que a torna reconhecida onde quer que ela seja estampada. • Usar corretamente o logotipo é uma das ações obrigatórias para o reforço da imagem e da personalidade da empresa. 14/5/2010 9 Marcas, Logotipos e Logomarcas • Logomarca é um neologismo usado de forma empírica e genérica, para designar logotipo, símbolo ou marca, sem que haja consenso nem precisão absoluta ao que ele se refere, se apenas ao símbolo, ao logotipo ou ao sinal misto (combinação de ambos). O seu uso está popularizado no Brasil e o termo consta do dicionário Aurélio e é considerado correto pela Lingüística. No entanto, o termo é visto como inadequado por diversos designers por não possuir a necessária precisão. • Existe uma discussão sobre o uso do termo Logormarca. Ele não define se trabalha a imagem (logotipo) , símbolo ou a marca em si. Marcas, Logotipos e Logomarcas • Para Fechar. Veja o exemplo. Marca Símbolo Logotipo Audi AG Coca-Cola Sony 14/5/2010 10 Plano de Vôo • Entrega exercício Logotipo AtualCard • Rough • Layout • Arte Final. • Construção de marcas, logotipos e logomarcas • Desenvolvimento de embalagens • Rótulos e materiais. Embalagem – Estudando um Caso (Xampus) Os xampus são geralmente acondicionados em embalagens de vidro ou de plástico. Nos últimos 20 anos ocorreram apenas duas inovações significativas em relação às embalagens de xampus: mudança de matéria-prima de vidro para plástico e, mudanças nas tampas que evoluíram do sistema de rosca para o de encaixe, possibilitando melhor vedação e menores riscos de derramamento do produto. Nas empresas contatadas, os fatores relacionados a embalagem, considerados importantes na diferenciação dos seus produtos foram indicados sem muita precisão e, podem ser agrupados como segue: • empresa A - o design é visto como o elemento diferenciador. Apresenta como pontos importantes a matéria-prima utilizada, o lacre de inviolabilidade, a funcionabilidade e a praticidade da embalagem. • empresa B - apontou a qualidade e o design estético como os principais fatores diferenciadores das suas embalagens. • empresa C - destacou a qualidade, personalidade, sofisticação e modernidade de suas embalagens. 14/5/2010 11 Embalagem – Estudando um Caso (Xampus) Nessas três empresas, os projetos de desenvolvimento de embalagens são feitos tanto internamente como externamente. Na empresa A, uma multinacional, 60% dos projetos são realizados internamente (em geral, fora do País) e, 40% são comprados de outras empresas. Produz as chamadas embalagens globais, desenvolvidas simultaneamente em vários países, de acordo com especificações de designers internacionais, e as linhas "uniques", específicas para o Brasil. Em média, entre moldes, design e desenvolvimento, uma linha de produtos desta empresa consome cerca de US$ 1,5 milhão em embalagens. No início desta década esta empresa, após um processo de unificação e reestruturação incorporou a atividade de design de embalagem ao Departamento de Engenharia. Embalagem – Estudando um Caso (Xampus) Atributos Critérios Apresentação (estética, comunicação) •consistência com os planos e estratégias de marketing e vendas •legislação •comunicação pus ç •aproveitamento do produto •posicionamento no mercado •pesquisa junto aos consumidores Escolha do material •compatibilidade com o produto •compatibilidade com o projeto aprovado •custo •posicionamento do produto em relação aos concorrentes •atendimento aos anseios do consumidor •conceito •modernidade •inovação Dimensionamento (estrutural e geométrico) •especificações do projeto e as tolerâncias métricas e geométricas s projetos de embalagens de xamp permitidas •legislação •"adaptabilidade" do projeto à manufatura •anseios do consumidor Abertura/fechamento •teste de vazamento durante o desenvolvimento e a produção conforme normas e padrões internacionais •ergonomia •limites e especificações de pressão •teste em uso •pesquisas com usuários •praticidade no manuseio/vazamento Critérios para aprovação dos 14/5/2010 12 Embalagem – Estudando um Caso (Xampus) b l i ib i ã í i mento da embalagem de xampus stribuição física dos produtos Embalamento Distribuição Física •revisão da capacidade do processo de envase (máquinas e equipamentos) •revisão de normas e procedimentos de inspeção e controles dimensionais •sustentação de um plano de atualização tecnológica na imprensa •redução de custos validação na máquina de separação facilidade no manuseio e movimentação interna e externa de materiais e produtos e melhoria na performance dos serviços melhoria nas taxas de ocupação dos almoxarifados, estoques e frotas Impactos do desenvolvim no embalamento e na dis •seleção de equipamento junto ao departamento de engenharia • normatização de equipamento de envase •validação do processo de separação Embalagem – Estudando um Caso (Xampus) • Dentre as estratégias e ferramentas utilizadas por essas empresas para o desenvolvimento do projeto de embalagem destacam-se: (1) pesquisa junto aos consumidores, (2) benchmarking, (3) CAD (projeto assistido por computador), (4) prototipagem rápida, (5) CAM (manufatura assistida por computador), (6) engenharia simultânea/análise de valor. Para a empresa A, essas ferramentas, a partir de julho de 1996, passaram a ser utilizadas principalmente no "redesign" de embalagens. Ainda segundo essas empresas, o tempo dispendido no desenvolvimento de uma embalagem varia entre seis meses e um ano e meio. • O controle de qualidade no desenvolvimento de embalagem é feito tanto interna e externamente, incluindo testes físicos e dimensionais com destaque para, testes de impacto, vazamento, stress cracking, corrosão, droptest e teste de compatibilidade. 14/5/2010 13 Plano de Vôo • Entrega exercício Logotipo AtualCard • Rough • Layout • Arte Final. • Construção de marcas, logotipos e logomarcas • Desenvolvimento de embalagens • Rótulos e materiais. Rotulagem • Rótulos são peças fundamentais para o sucesso de qualquer produto colocado no mercado consumidor, por isso é importante definir bem os objetivos de comunicação do rótulo. • O rótulo é necessário para apresentar ao consumidor as informações do produto seguindo a legislação vigente. Com um bom design este custo pode reverte-se como resultado de venda. O consumidor é muito seletivo no momento da compra, mesmo grandes marcas com apoio maciço de publicidade disputam mercado com empresas menores que se apresentam com um bom rótulo na gôndola. É neste momento que o consumidor decide, portanto a função de venda do rótulo é inquestionável, pois a clareza das informações, a organização do layout, a comunicação clara e objetiva do conteúdo da embalagem é determinante para a decisão do consumidor. Os rótulos precisam atrair e convencer os consumidores, ou seja, o bom rótulo é o "vendedor silencioso". • Portanto dispense um bom tempo para avaliar os rótulos de seus produtos, eles são uma ferramenta de comunicação muito poderosa, podem alavancar vendas como também podem desagradar o consumidor que em algumas situações sente repulsa ao produto sem mesmo testar o conteúdo. 14/5/2010 14 Rotulagem • Informações sobre a obrigatoriedade de Registro de Produtos, consultar os seguintes órgãos: – Ministério da Saúde – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento • Regulamentos Genéricos sobre Rotulagem (regulamentos que dispõem como devem ser corretamente apresentadas as informações nas embalagens não induzindo o consumidor a erros) 2.1. Código de Defesa do Consumidor 2.2. ANVISA 2.3. INMETRO • Regulamentos adicionais dependendo do tipo de produto ou de formulação – Se o produto tiver aroma – Se for produto de origem animal – Se for produto de carne de aves e seus miúdos crus, resfriados ou congelados – Se o produto contém corante tartrazina – Se for água mineral e potável de mesa – Se o produto contém ou é produzido a partir de OGM (Organismos Geneticamente Modificados) – Se contiver glúten – Se o produto contém aspartame – Se alegar propriedades funcionais – Se for produto de origem vegetal • Regulamentos adicionais que tratam de rotulagem nutricional – Modelo de tabelas nutricionais Rotulagem Check List de Informações Obrigatórias no Rótulo das Embalagens * As informações devem ser confirmadas junto a Anvisa, Inmetro e Ministério da Agricultura 1. Denominação de Venda do Alimento e Marca 2. Identificação da Origem 3. Identificação do Lote 4. Prazo de Validade 5. Quantidade Nominal / Indicação Quantitativa do Conteúdo Líquido 6. Lista de Ingredientes 7. Preparo e Instruções sobre o Produto 8. Instruções de Uso do Produto 9. Contato do Serviço de Atendimento ao Consumidor 10. Declaração dos Aditivos Alimentares na Lista de Ingredientes (para embalagens alimentícias) 11. Declaração do Valor Calórico, Nutrientes e Componentes (para embalagens alimentícias) 12. Declaração de Quantidade e/ou o Tipo de Gordura (para embalagens alimentícias) 13. Declaração de Conteúdo de Açúcar e Polióis (para embalagens alimentícias) 14. Informação Nutricional Complementar (para embalagens alimentícias) 15. Registro do Ministério da Agricultura (para embalagens alimentícias) 14/5/2010 15

viti

Master of Wine inglês prova e aprova os vinhos brasileiros Peter Richards destaca o estilo próprio dos rótulos verde-amarelos, qualificados como refrescantes, leves e com álcool moderado. O Master of Wine inglês, Peter Richards, acaba de divulgar suas impressões sobre a degustação de 13 vinhos e espumantes brasileiros realizada no dia 7 de agosto, no restaurante Brasil a Gosto, em São Paulo. A promoção foi do projeto Wines of Brasil, realizado entre o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos). Na ocasião, ele provou três vinhos brancos (Lidio Carraro Chardonnay 2011, Basso Moscatel Virtus 2012 e Villa Francioni Sauvignon Blanc), seis vinhos tintos (Boscato Reserva Merlot 2007, Dunamis Cabernet Franc 2011, Miolo Castas Portuguesas 2008, Pizzato DNA99 Merlot 2005, Salton Talento 2007 e Salton Talento 2006) e quatro espumantes (Aurora Moscatel, Cave Geisse Brut Tradicional, Espumante 130 Casa Valduga e Miolo Terra Nova Brut Rosé). Em termos gerais, Richards menciona o potencial do vinho brasileiro. Ele ficou impressionado com os novos terroirs que nasceram recentemente no Brasil, citando a Campanha Gaúcha e Santa Catarina. “O estilo próprio é nítido, refrescante e leve – a maioria dos tintos tem 12,5% de álcool”, escreve, em tradução livre. O Master of Wine inglês diz que esta é uma peculiaridade brasileira em comparação com outros países produtores de vinhos do Novo Mundo. Richards fala que os espumantes pelo método charmat é um ponto forte do Brasil, sobretudo por serem bem feitos e de preços acessíveis. Sua aposta de sucesso ficou nos Moscatos, com álcool baixo, refrescantes e agradáveis de beber. “Pode ser um verdadeiro vencedor aqui, tanto no mercado interno como externo”, vaticina. Segundo Ana Paula Kleinowski, do Wines of Brasil, que acompanhou a degustação, Richards acredita que a tendência de consumo de vinhos espumantes Moscatos, iniciada nos Estados Unidos, tende a se espalhar pela Europa nos próximos anos. Em seu site (http://susieandpeter.com/cheers-brazil/), ele destaca seis rótulos – Dunamis Cabernet Franc 2011, Lidio Carraro Dadivas Chardonay 2011, Pizzato Merlot 2005 DNA99, Quinta do Seival Castas Portuguesas, Salton Talento 2006 e Villa Francioni Sauvignon Blanc. Pelos comentários publicados no site e feitos ao longo da degustação, Richards ficou especialmente surpreso com o Dunamis Cabernet Franc. Além de considerar o vinho muito bem feito, harmonizando muito bem com a carne servida no almoço, ele comenta que nunca imaginou encontrar um Cabernet Franc com características desta variedade na América do Sul. Entre os rótulos Talento, da Salton, safras 2007 e 2006, ele preferiu este último. Para ele, são dois vinhos completamente diferentes. O Pizzato Merlot 2005 DNA99 foi, para ele, o mais maduro, mais completo e moderno representante dos vinhos tintos brasileiros. O Quinta do Seival Castas Portuguesas 2008, da Miolo, foi descrito como “delicioso”. “Este vinho fala eloquentemente do património Português do Brasil. É muito floral, elegante e um pouco agridoce”. Sobre o Villa Francioni Sauvignon Blanc 2010, diz que encontrou um “estilo ousado”. O espumante Terra Nova Brut Rosé, da Miolo, agradou pela fruta e cor bonita. “É fácil de beber”, aponta. Os espumantes elaborados pelo método tradicional apresentaram boa fruta, mas, para o Master of Wine, faltou maior acidez e complexidade. “Todos são bem feitos e os charmat são um achado”, relata. Saiba mais Peter Richards é Master of Wine e apresentador do programa de TV da BBC1 Saturday Kitchen. Escreve também para a revista Decanter e tem dois livros de vinhos publicados (Wineries with Style eThe Wines of Chile). Ainda participa de outros programas de TV: Include ESPN, Taste (Sky One), Saturday Kitchen Best Bites (BBC2), The Alan Titchmarsh Show (ITV1), Market Kitchen (BBC2/UKTV) e Great Food Live and Food Uncut (UKTV Food). Fonte: Ibravin Vale dos vinhedos 1ª região DO do país Master of Wine inglês prova e aprova os vinhos brasileiros Como remover mancha de vinho? Vinho tinto ajuda mulheres a manterem forma física Aprenda a presentear a sua mãe Combos Harmonizados Happy Wine: Celebre com vinho. Sabores de Serra, Mar e Sertão Guia do Sabor Salton Expõe em um dos maiores salões de vinho do mundo Vinícola Salton Comemora Sucesso no evento Casar 2011 Vinícola Aurora conquista quatro prêmios na Inglaterra ExpoVinis Brasil 2011 bate recordes em sua 15ª edição com mais de 400... Salton Recebe Clientes e Apresenta toda sua linha na APAS França premia vinhos brasileiros pela terceira vez no ano Vinhos: harmonize sua Páscoa Vinhos: Filipa Pato recebe prémio internacional Contagem regressiva: ExpoVinis Brasil já prepara taças e saca-rolhas para sua... Governo promove formação para manutenção de vinhas Vinho do Alentejo Rio Grande do Sul deve ter safra recorde na colheita da uva Pesquisas em uvas viníferas abrem novo mercado Conheça as vinícolas chilenas Região vitivinícola do Tejo prevê duplicar exportações em 2011 Exportações de vinhos argentinos aos EUA superam as do Chile em 2010 Novidades da Vinícola Salton Vinho se torna oficialmente a 'bebida nacional' da Argentina Espumantes para as festas de final de ano Veuve Clicquot traz ao Brasil seis vintages de colheitas consideradas... Expostação de vinho portugueses Vale dos vinhedos 1ª região DO do país [+] Master of Wine inglês prova e aprova os vinho... [+] Como remover mancha de vinho? [+] Vinho tinto ajuda mulheres a manterem forma f... [+] Aprenda a presentear a sua mãe [+] Combos Harmonizados [+]

Termos Enológicos

Glossário de Termos Enológicos A B C D E F G H I J L M N O P Q R S T U V Retorna ao Topo - A - ABOCADO - (do italiano "abbocato") - doce ABERTO - de cor clara ABRIR - diz-se que o vinho "está abrindo" (ou "abriu") quando está havendo (ou houve) crescimento de suas características (em especial do aroma), com um certo tempo após a abertura da garrafa ACERBO - ácido, verde ACIDEZ - Sensação de frescor agradável, provocada pelos ácidos do vinho (cítrico, tartárico, málico, lático, succínico) e que resulta em salivação ACIDEZ VOLÁTIL - Acidez desagradável provocada pelos maus ácidos do vinho (acético, propiônico e butírico) ACÍDULO - com acidez excessiva ADAMADO - vinho para damas, suave e doce ADOCICADO - doce e com baixa acidez, desequilibrado ADSTRIGENTE - com muito tanino, que produz a sensação de aspereza (semelhante à sentida ao comer-se uma banana verde); o mesmo que tânico ou duro AFINADO - bem envelhecido, maduro,equilibrado AGULHA - Sensação de picada na língua produzida pelos vinhos espumantes ALCOÓLICO - com muito álcool, desequilibrado AMARGO - com amargor, indica defeito AMÁVEL - suave ou ligeiramente doce AMBIENTAR - (em francês CHAMBRER) deixar o vinho à temperatura ambiente, do recinto onde é servido APAGADO - de aroma inexpressivo AQUOSO - fraco, que teve adição de água AROMA - odor emanado pelo vinho. O primário é proveniente da uva. O secundário é resultante da vinificação. O terciário origina-se do envelhecimento e é denominado buquê AROMA DE BOCA - ver retrogosto ÁSPERO - com excessivas adstringência e acidez (esta um pouco menor) ASSEMBLAGE - mistura de vinhos diferentes; o mesmo que corte AUSTERO - adstringente AVELUDADO - macio, untuoso, viscoso com textura de veludo AVINAGRADO - com odor e sabor de vinagre, deteriorado, inutilizado para o consumo Retorna ao Topo- B - BALANCEADO - que apresenta harmonia entre os aspectos gustativos fundamentais, em especial a acidez, a doçura adstringência e o teor alcoólico o mesmo que o equilibrado e harmônico BOTRITIZADO - vinho de sobremesa doce licoroso, feito com uvas botritizadas, isto é, contaminadas com o fungo Botrytis cinerea. Em poucas regiões do mundo de microclima específico como Sauternes na França, esse fungo, ao invés de destruir as uvas, perfura-lhes as cascas grãos, provocando a saída de água e concentrando o açúcar. As uvas assim contaminadas ficam com aspecto de uvas passas e/ou apodrecidas, daí o nome podridão nobre ("pourriture noble",no francês, e noble rot, no inglês) BOUCHONNÉE (frances - bouchon = rolha) - com odor de rolha (defeito) - ver ROLHA BRUT (francês) - utilizado para espumantes muito secos BUQUÊ - (do francês bouquet) - aroma complexo, também denominado aroma terciário, resultante do envelhecimento. Retorna ao Topo- C - CALDO - o vinho já pronto ou o mosto (veja verbete) que será fermentado CARÁTER - conjunto de qualidades que dão personalidade própria ao vinho permitindo distinguí-lo de outros CARNOSO - encorpado CAVA - nome dos espumantes espanhóis CHAMBRER (francês) - o mesmo que ambientar CHAPTALIZAÇÃO (do francês, "Chaptalization") - adição de açúcar durante a fermentação (proibida em alguns países), técnica proposta pelo francês Chaptal. CHATO - vinho sem acidez ou espumante que perdeu o gás, o mesmo que plano ou plat (francês) ou flat (inglês) CHEIO - o mesmo que encorpado CLAIRET (francês) - nome utilizado pelos franceses a vinhos tintos leves, frutados, quase rosés CLARET (inglês) = CLARETE (francês) - termo usado pelos ingleses para se referir aos vinhos tinto de Bordeaux, na França, desde o século 17. Nessa época os tintos franceses eram mais leves, de cor mais clara. Esse termo é usado até hoje pelos ingleses e pode ser encontrado na literatura. COMPLEXO - com aromas multiplos, com buquê CORPO - sensação tátil do vinho à bôca, que lhe dá pêso (sensação de "boca cheia") e resulta do seu alto teor de extrato sêco CORTE - mistura de vinhos diferentes. O mesmo que assemblage (francês) CRU (francês) - termo derivado do verbo "coître" (crescer) de múltiplos significados, dos quais os mais importantes são os que seguem. Na região de Bordeaux, "cru" tem o mesmo significado de "terroir" ou "château", isto é, uma propriedade específica de um único produtor. Na subregião do Médoc, os melhores vinhos são classificados em cinco níveis de "cru" (Premiers Crus, Deuxièmes Crus, etc.), seguidos dos "Crus Bourgeois". Nasoutras subregiões bordalesas, como por exemplo, Saint-Emilion, os melhores vinhos classificam-se em "Premiers Grand Crus Classés" e "Grand Crus Classés". Na região da Bourgone, "cru" significa o mesmo que "climat", isto é, uma comuna ou região delimitada com vinhedos de vários produtores que produzem vinhos semelhantes ou "domaine", uma única propriedade. Os melhores vinhos da Borgonha são designados "grand cru", seguidos dos "premier cru". CURTO - que não deixa sabor persistente na boca; de retrogosto curto Retorna ao Topo- D - DECANTER (inglês) - decantador; frasco de vidro usado para decantar vinhos que possuem sedimento formado durante o envelhecimento. É também usado para arejar ("respirar") o vinho antes de servi-lo DELGADO - vinho de pouco corpo DELICADO - equilibrado e sóbrio DEMI-SEC (francês) - meio seco, ligeiramente doce DENSO - viscoso, encorpado DESARMÔNICO - que possui exacerbação de um dos componentes gustativos, mascarando-os (ex: excessiva acidez, tanicidade exagerada, doçura elevada) ; o mesmo que desequilibrado DESBALANCEADO - o mesmo que desarmônico ou desequilibrado DESEQUILIBRADO - O mesmo que desarmônicoou desbalanceado DURO - o mesmo que adstringente e tânico Retorna ao Topo- E - ELEGANTE - o mesmo que delicado ENCORPADO - que tem muito corpo ENÓFILO - apreciador e estudioso de vinhos ENOLOGIA - ciência que estuda o vinho ENOLÓGICO - relativo à enologia ou ao vinho ENÓLOGO - indivíduo que tem conhecimentos de enologia; formado em faculdade de enologia EQUILIBRADO - o mesmo que balanceado ESCANÇÃO - o responsável pelo serviço de vinhos de um restaurante;o mesmo que sommelier (francês) ESPESSO - o mesmo que encorpado e cheio ESPUMANTE - vinho com gás carbônico, efervescente; nos de qualidade o gás é resultante da fermentação Retorna ao Topo- F - FARTO - muito doce e com baixa acidez FECHADO - jovem, recém-engarrafado, ou recém-aberto e que ainda não demonstra toda a sua potencialidade FIRME - jovem com estilo FLÁCIDO - sem estrutura, o mesmo que mole FLAUTA - taça ideal para espumantes FLORADO - com aroma de flores FLORAL - o mesmo que florado FOXADO (do inglês "foxed") - odor e gosto de pêlo de raposa, típico de uvas americanas, como as da espécie Vitis labrusca FORTIFICADO - ao qual é adicionado aguardente vínica, como o vinho do Porto, o Madeira, o Jerez, o Marsala, o Banyuls e outros FRANCO - sem defeitos; também usado para vinho que não deixa retrogosto FRESCO - vinho que possui frescor, boa acidez FRESCOR - sensação agradável transmitida geralmente pelos vinhos brancos, jovens ou espumantes, resultante de um ligeiro predominância da acidez, sem perder o equilíbrio FRISANTE - efervescente, com pouco gás carbônico (menos que espumantes) FRUTADO - com aroma de frutas Retorna ao Topo- G - GENEROSO - forte, com alto teor alcoólico GORDO - suave e maduro GRANDE - excelente GRAPA ou GRASPA - Bebida destilada tipicamente italiana, produzida a partir das cascas e resíduos do mosto de uva. GROSSEIRO - adstringente, sem elegância GROSSO - elevada acidez e muito extrato Retorna ao Topo- H - HARMÔNICO - o mesmo que balanceado e equilibrado HERBÁCEO - com aroma de ervas Retorna ao Topo- I - INSÍPIDO - sem gosto característico, sem caráter Retorna ao Topo- J - JOVEM - vinho geralmente frutado, pouco tânico com acidez agradável e que não se presta ao envelhecimento (Ex: vinhos brancos em geral, espumantes e a maioria dos vinhos brasileiros); pode também significar vinho recém-fabricado,que pode e deve envelhecer Retorna ao Topo- L - LEVE - com pouco corpo e pouco álcool,mas equilibrado; o mesmo que ligeiro LIGEIRO - o mesmo que leve LÍMPIDO -sem sedimento ou partículas em suspensão transparente LONGO - de boa persistência (ver verbete) Retorna ao Topo- M - MADEIRIZADO - vinho branco oxidado que adquire cor que vai de dourada a castanho, aroma adocicado (cetônico) e gosto amargo MADURO - no apogeu de sua vida; estado que precede a decadência MAGRO - aguado, diluído, deficiente em álcool (etanol e glicerol); sem caráter MOLE - sem acidez, sem caráter MOSTO - líquido resultante da prensagem das uvas; suco; sumo MOUSSEUX (francês) - espumante Retorna ao Topo- N - NERVOSO - com acidez e adstringência altas, não necessariamente excessivas NEUTRO - sem caráter marcante NOVO - do ano em que foi colhido ou com um ano de engarrafamento Retorna ao Topo- O - OLEOSO - viscoso OPACO - turvo; velado; sem limpidez ORGANOLÉPTICO(A) - sensorial, que sensibiliza os sentidos. As características organolépticas de um vinho são as suas sensações olfatórias, gustativas e táteis, percebidas durante a sua degustação OXIDADO - que sofreu oxidação; envelhecido além do suportável; decomposto na cor (do dourado ao castanho para os brancos e do tijolo ao marron para os tintos), no aroma (adocicado, cetônico, etc.) e no sabor (desagradável e apagado); para os vinhos brancos tem o mesmo significado que madeirizado Retorna ao Topo- P - PASTOSO - o mesmo que encorpado PÉ - borra; depósito; sedimento PEQUENO - sem carater; secundário, inferior PERFUME - o mesmo que buquê PERLAGE - (francês) as bolhas dos espumantes PERSISTÊNCIA - sensação do gosto deixado pelo vinho na boca (retrogosto) após ser deglutido ou cuspido. Quanto melhor o vinho, maior o tempo de persistência, do retrogosto: 2 a 3 segundos nos curtos, 4 a 6 segundos nos médios e de 6 a 8 nos longos PESADO - encorpado, mas com pouca acidez; sem fineza PETILLANT (francês) - efervescente; ligeiramente espumante PLANO - sem sabor e sem corpo ou sem corpo e sem acidez; também usado como sinônimo de chato Retorna ao Topo- Q - QUENTE - Referência à sensação de calor causada pelo teor alcoólico alto de um vinho Retorna ao Topo- R - RAÇA - diz-se que um vinho é de raça ou raçudo quando tem alta qualidade RAPADO - o mesmo que magro RASCANTE - adstringente; tânico REDONDO - maduro e equilibrado RETROGOSTO ou AROMA DE BOCA - sensação gustativo-olfatória final deixada pelo vinho na boca, após ser deglutido ou cuspido. Ela é percebida através da aspiração do ar pela boca, o que provoca a sua passagem pela nasofaringe (comunicação entre a boca e o nariz) e a consequente estimulação dos receptores olfatórios no nariz. Alguns estudiosos preferem utilizam a palavra retrogosto para as sensações desagradáveis percebidas ao final da degustação ROBUSTO - encorpado, nervoso e, sobretudo, redondo ROLHA - diz-se que o vinho tem odor e/ou gosto de rolha quando apresenta aroma desagradável passado por rolha contaminada pela Armillaria mella (fungo parasita da casca da árvore com a qual é feita a rolha, o sobreiro) Retorna ao Topo- S - SÁPIDO - com acidez moderada ( entre o chato e fresco ) SEDOSO - o mesmo que aveludado SEIVA - (do francês sève), diz-se que um vinho tem seiva quando é um grande vinho SUAVE - o mesmo que ligeiro; também significa vinho meio-doce (demi-sec) SUR LIE (francês: sur = sobre; lie = borra) - vinho não filtrado, que vai do barril, onde ficou sobre a borra, direto para a garrafa. Retorna ao Topo- T - TÂNICO - que tem muito tanino ou no qual o tanino sobressai ; o mesmo que adstringente e duro TANINO - substância existente na uva e que confere a adstringência ao vinho TERROIR (francês) - literalmente designa o "terreno" onde se localiza um vinhedo, mas o seu sentido é muito mais amplo. Na realidade, designa as características do solo, do microclima e do ecossistema do local, responsáveis pela qualidade do vinhedo e, conseqüentemente, pela qualidade do vinho que ele originará. TERROSO - com sabor de terra, do solo de onde veio a uva Retorna ao Topo- U - UNTUOSO - o mesmo que aveludado, sedoso e viscoso Retorna ao Topo- V - VELHO - bastante envelhecido VERDE - com acidez acentuada, mas agradável e refrescante VIGOROSO - saudável, vinho jovem em pleno vigor VISCOSO - o mesmo que aveludado, sedoso e untuoso © 1997-2014 Academia do Vinho - Aprecie o vinho com moderação Nenhuma reprodução, publicação ou impressão de textos ou imagens deste site está autorizada

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